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sábado, 23 de maio de 2009

COM QUASE 2 MILHÕES DE DEFICIENTES VISUAIS, O BRASIL TEM APENAS 60 CÃES GUIAS

Thays Martinez, 35, e Diesel, 2, seu novo cão guia: símbolos da luta por direitos


olhos amigos

por Daya Lima

Quando Boris, um labrador de dez anos, se aposentou, no final de 2008, Thays Martinez, 35, precisou encontrar um novo companheiro de caminhada. O escolhido foi Diesel, 2, da mesma raça. "Estamos nos adaptando, e ele é excelente", afirma a advogada, que perdeu a visão aos quatro anos e foi pioneira no uso de cão guia para se locomover em São Paulo.
Adaptação, no caso, é aumentar a sintonia entre ambos, para que o animal leia automaticamente os comandos da dona.
No Dia Internacional do Cão Guia, comemorado em 29 de abril, lá estava Diesel, que estreou na função há quatro meses, no shopping Iguatemi. Ele participou do evento de conscientização promovido pelo Iris (Instituto de Responsabilidade e Inclusão Social), fundado por Thays em 2002.



Ela ficou conhecida como a "moça do cão guia" por ter sido barrada no metrô de São Paulo em maio de 2000. Saiu vitoriosa de uma batalha judicial que fez de Boris o primeiro animal autorizado a guiar um cego pelos trens urbanos da cidade. Um marco na garantia do direito de ir e vir dos deficientes visuais.
Há muito a conscientizar e pouco a festejar sobre o assunto. Treinado nos EUA, Diesel é um dos 60 cães que guiam deficientes no Brasil, enquanto existem quase 2 milhões de cegos no país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


Só no Iris, mais de 2.000 pessoas esperam na fila por um cão guia. Um dos motivos da espera é que poucas ONGs brasileiras se dedicam ao treinamento. É o caso do Instituto de Integração Social e de Promoção da Cidadania (Integra), localizado em Brasília, que desenvolve o projeto Cão Guia de Cegos, desde 2002, em parceria com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.
De lá, saíram 26 cães guias que estão espalhados pelo Brasil. "Podemos capacitar mais, só que faltam recursos", diz Michele Pöttker, coordenadora do projeto que tem patrocínio de empresas como Bayer e Premier.
A ONG tem mais de 250 pessoas cadastradas para receber um cão. "O treinamento e a manutenção de cada animal custam em torno de R$ 20 mil para a entidade", estima Michele. O usuário não paga pelo cão. As únicas despesas são de alojamento e alimentação no período de adaptação -que dura de 15 a 25 dias. A diária fica em torno de R$ 60.


Já o Iris não realiza treinamento completo no Brasil. O instituto paulistano fez uma parceria com a Leader Dogs, escola de treinamento de Detroit, nos Estados Unidos. "A escola nos doa oito cães por ano, e conseguimos, a duras penas, mandar os deficientes para lá", explica Thays. O parceiro brasileiro banca passagens e um dossiê em inglês contendo informações e imagens do usuário.
O processo esbarra na falta de recursos. "Se fizéssemos o treinamento por aqui, seria menos burocrático e mais deficientes teriam cão guia", afirma. Em 2009, o Iris deve enviar mais oito cegos aos EUA.


O advogado Genival dos Santos, 30, foi um dos deficientes apadrinhados pelo Iris. "Em 2006, fui aos Estados Unidos ‘buscar’ meus olhos." Layla, uma labrador de três anos e meio, possibilita a vida agitada de Genival. "Ela me acorda todos os dias às 6h. Vamos a uma praça para que faça suas necessidades e seguimos para o trabalho", conta.
Genival trabalha em um banco na avenida Paulista que, segundo ele, trata Layla como "funcionária". "Ela tem uma graminha especial, dentro do banco, para fazer xixi quando der vontade."
Morador do Jabaquara, ele usa o metrô diariamente e fez amigos pelo trajeto. Mas ainda sofre com a desinformação da população: "Layla é sempre distraída pelas pessoas. Acham que ela não saberá me conduzir na escada rolante e na entrada do trem".


Incidente no metrôA boa vontade pode atrapalhar. Há poucos dias, Genival tropeçou quando ia entrar no metrô justamente porque um passageiro tentou lhe dar a mão. "As pessoas não confiam no cão guia", constata.
Para o treinador Moisés Vieira Jr., há 13 anos na função, a principal característica que um animal deve ter para virar guia é ser fiel ao dono. "Todo cão pode aprender, desde que seja bem treinado e que tenha um comportamento que mescle segurança e obediência."


Foram tais qualidades de Boris que conquistaram Thays. O cão guia era sua sombra e adivinhava suas vontades. O sinal de que era hora de aposentá-lo veio depois de um incidente: Boris não conseguiu desviar a dona de uma escada em plena Paulista.
Resultado: ela bateu a cabeça na escada. "Eu chorava de tristeza, e as pessoas achavam que era de dor", conta Thays, que se deu conta de que era hora de dar descanso a quem lhe serviu tanto.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Francês cria 'lava a jato de cachorros'; veja fotos

Um francês inventou uma máquina para lavar cachorros. O Dog-O-Matic ("lava a jato de cães"), criado pelo empresário francês Romain Jarry, dá banho e seca os animais em cerca de 30 minutos.Jarry abriu uma loja na cidade de St. Max, próxima a Nancy, no nordeste da França. A novidade vem fazendo sucesso entre os clientes. O empresário espera lançar a máquina na Grã-Bretanha no próximo ano.A máquina lava cães de diferentes tamanhos. Os preços variam de 13 euros (cerca de R$ 36) para cães de pequeno porte, 22 euros (R$ 62) para os médios e 31 euros (R$ 87) para os grandes.

O Dog-O-Matic também funciona com gatos.O ciclo de lavagem e enxágue dura 5 minutos, e a secagem demora 25 minutos. A máquina usa água morna e um xampu especial que supostamente não irrita os olhos dos animais. O ciclo pode ser interrompido a qualquer momento pelo dono do animal.Jarry diz que sua invenção tem sido boa para pessoas que têm cães e gatos que ficam muito agitados na hora do banho."Esta cabine é ótima para os donos de cães agitados durante o banho", diz Jarry. "Por não haver intervenção humana durante o banho, o cão acaba se acalmando sozinho, muito mais rápido do que se o dono estivesse tentando acalmá-lo."

quinta-feira, 23 de abril de 2009

sábado, 4 de abril de 2009

Cem cães e gatos estão à espera de adoção no CCZ de SP

O CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de São Paulo tem atualmente cerca de cem animais à espera de um novo lar.
Recentemente, o centro realizou uma
feira de adoção na qual 20 animais ganharam novos donos. Mas o problema persiste.
Os animais estão vacinados, vermifugados, castrados e microchipados. O dispositivo eletrônico foi implantado nos bichos para que possam ser identificados no caso de se perderem.
Para adotar, é preciso apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, além de pagar uma taxa de R$ 14,60.
O CCZ está aberto diariamente para adoção de cães e gatos (de segunda a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 15h), na r. Santa Eulália, 86, Santana, tel. 0/xx/112221-0449.

sábado, 28 de março de 2009

Cão pequinês pinta quadros que valem US$ 250

Ziggy, de três anos, vive com a dona em cidade da Califórnia.Dinheiro arrecado será doado para organizadores de animais.
(Foto: Reprodução/Telegraph)

Após a égua Cholla, que teve, inclusive, seus quadros exibidos na Itália, outro animal ganhou destaque entre os pincéis. O cão da raça pequinês chamado Ziggy tomou gostou pela pintura e suas obras chegam a valer US$ 250 cada uma, segundo o jornal "Daily Telegraph".

Ziggy, de três anos, que vive com a proprietária Elizabeth Monacelli em Fallbrook, no estado da Califórnia (EUA), cria suas obras com o auxílio de uma toalha de papel que é anexada a um pincel. Professora de violino, Elizabeth Monacelli diz que Ziggy tem um dom artístico se comparado com outros cães ou com ela própria. Segundo ela, o dinheiro arrecado com a venda das obras será doado para organizadores de salvamento de animais.

FONTE
*Alguém se habilita?

quinta-feira, 26 de março de 2009

Terceira Idade // Para espantar a solidão, os bichos

Só Faz Bem // Pesquisa sobre a influência dos animais de estimação na vida dos idosos revelou muitos benefícios

Quando se pensa em animais de estimação, uma das primeiras associações que se faz é com as crianças. Esse convívio, que muitas vezes é interrompido na vida adulta, volta a acontecer na terceira idade. E a presença dos animaizinhos no cotidiano de quem já tem mais de 60 anos não é apontada exclusivamente como uma forma de minimizar a solidão. El traz outros muitos benefícios.

O veterinário Abdizio Lemos, 85, convive com animais desde a infância e afirma que são ótimas companhias. Foto: Júlio Jacobina/DP/D. A PressQuem está nessa fase da vida vê nos bichinhos de estimação uma companhia.

O psicólogo Alexandre Monteiro fez uma pesquisa sobre a influência do animal de estimação no combate à solidão na vida dos idosos. No estudo, o psicólogo comprovou que a vida dessas pessoas mudou bastante após a aquisição dos bichinhos. "Muitos justificaram que passaram a ter um objetivo na vida, uma companhia. Começaram a fazer exercícios, a cuidar mais da própria higiene - pois passaram a cuidar mais de seu animal também", afirma. O único fato "desagradável" citado pelos idosos em relação a chegada dosnovos companheiros foi o aumento nas despesas. Mas isso não é um grande problema, afirmam.
A professora Fátima Nunes, 66, é uma dessas pessoas que buscou em um animal de estimação uma companhia. A decisão de adotar o primeiro gato surgiu quando ela perdeu o marido, há mais de dez anos. "Foi uma colega minha de trabalho que me deu meu primeiro gatinho. Ele foi abandonado lá no trabalho e decidi criá-lo", conta. Logo depois, quem chegou na casa dela com mais um felino foi o filho. "Não tive como negar. Cuidei dele também. Até que começaram a procriar", diz. Hoje já são quase dez. "Eles me fazem muita companhia. Não me sinto só de forma nenhuma quando estou perto deles". Um cachorrinho também já dividiu espaço com os gatos no apartamento da professora. "Eles não brigavam. Não tive problema quanto a isso. Só não quero mais cachorro. Fiquei muito triste quando o perdi", revela. O amor pelos bichos é tanto que até o sobrenome ela deu a todos eles. E são todos registrados dessa forma. "Lá em casa eles têm autonomia. Entram no meu quarto e convivem muito bem com todos que me visitam", elogia.
Diferente da professora, a relação do veterinário Abdizio Lemos, 85, com os animais começou cedo. Não à toa, ele escolheu a profissão na qual atua até hoje. "Tenho animais desde criança. Hoje crio duas cadelas, que servem também como guarda. Mas que, antes de tudo, são ótimas companhias", esclarece o veterinário. "Como trabalho com animais, a relação afetuosa com os bichos não é esporádica. É diária. E durante quase todo o dia" revela, orgulhoso. "Acho que os animais só nos fazem bem. Seja na juventude ou na terceira idade. Eles são muito fiéis. Sempre." sentencia.

terça-feira, 24 de março de 2009

Itália dá fim a "lista negra" de raças caninas

A vice-ministra da Saúde da Itália, Francesca Martini, anunciou ontem (3) a entrada em vigor no mês de abril de um novo decreto relativo a cães e agressões.
"Este é um dia histórico para as atividades do ministério sobre a relação homem e animal, um trabalho extraordinário dentro do quadro europeu", ressaltou a vice-ministra.
O decreto possui sete artigos para substituir a lista negra de raças perigosas, que foi abolida. Em seu lugar entram a responsabilidade penal e civil dos donos de cães, a proibição do adestramento para agressividade, do doping e das intervenções cirúrgicas destinadas a modificar a estética do cachorro ou para fins que não sejam de saúde.
O decreto também obriga os donos de cães a terem sempre consigo instrumentos adequados para recolher as fezes do animal dentro do perímetro urbano. Além disso, alguns veterinários ficaram responsáveis por organizar um registro de cães altamente perigosos. Para estes animais, será obrigatório o uso tanto da coleira quanto da focinheira.
Segundo Martini, os métodos adotados nos decretos anteriores "não tinham fundamento científico". "Não existem raças perigosas. O decreto anterior, que listava 17 raças, não produziu nenhum resultado, porque a lei não incidia sobre a responsabilidade dos donos, tanto que as agressões não diminuíram, pelo contrário, tornaram-se constantes", afirmou a vice-ministra.
"Com este decreto histórico, superamos a lista negra, que não servia para nada, e melhoramos a segurança dos cidadãos", concluiu Martini.
*nota: essa decisão é um alento para os que defendem os direitos dos animais. No caso, tratou-se tão simplesmente de corrigir um erro histórico: estavam punindo o animal errado. Aleluia! Há esperança! Lutemos por avanços assim

sábado, 21 de março de 2009

Corrida de trenós reúne mais de mil cães no Alasca

É o grande acontecimento do ano na pequena cidade de Willow, no Alasca (EUA).

No último fim de semana, foi dada a largada para a Iditarod Trail Sled Dog Race.
A grande corrida de trenós reúne mais de mil cães e 67 condutores.
O percurso, de Willow até Nome, é feito em um período de uma a duas semanas.
São cerca de 1.800 quilômetros, divididos em etapas.
O prêmio de US$ 610 mil (R$ 1,43 milhão) é dividido entre os 30 primeiros colocados. O vencedor leva U$ 69 mil (R$ 160 mil) e um veículo novo.

As apostas estão entre nomes já consagrados na disputa.
Lance Mackey é bicampeão da competição.
Rick Swenson venceu cinco vezes, Jeff King e Martin Buser, quatro vezes.
Mitch Seavey, que venceu a corrida em 2004, também é tido como um dos favoritos, assim como o canadense Sebastian Schnuelle, conhecido por sua figura exótica de longa cabeleira.
Ele ficou em décimo lugar no ano passado e diz que as condições da neve neste ano estão ideais para seus cachorros.


Nota: Taí. Pense num assunto que eu gosto. Se conseguir, posto umas fotos depois

Cachorro come US$ 400, mas dona recupera dinheiro após passeio

O larápio, pego em flagrante, ao tentar passar a mercadoria adiante
O cachorro de uma família da Carolina do Norte (EUA) não comeu a lição de casa das crianças, mas se deliciou com o dinheiro da mamãe.
A terapeuta corporal Kelley Davis, 42, ganhou US$ 400 (R$ 900) com horas extras em seu trabalho. Ela pretendia depositar o dinheiro no banco, mas na última sexta-feira (13) percebeu que ele não estava mais em seu bolso.
Kelley lembrou que deixou as notas no quarto. Como o dinheiro não estava mais lá, a terapeuta supôs que ele havia sido comido pelo cão da família, um boiadeiro suíço de dois anos chamado Augie.
A dona levou então o grandalhão para dar uma volta no dia seguinte. Não deu outra: o cão resolveu "usar o banheiro" e Kelley encontrou parte do dinheiro nas fezes. Ela identificou pedaços de três notas de US$ 100 e cinco notas de US$ 20, que foram lavadas.
Kelley espera juntar partes suficientes das notas maiores para poder trocá-las por notas novas no banco.

quarta-feira, 4 de março de 2009

Cães doados em Porto Alegre recebem chip para coibir maus-tratos

Os cães encaminhados para adoção pelo canil municipal de Porto Alegre (RS) começaram a receber nesta semana identificação eletrônica do Centro de Controle de Zoonoses da prefeitura.

Por meio da implantação de um chip na região dorsal, será possível encontrar animais perdidos e obter informações sobre seus donos. Cada equipamento implantado terá um número que dará acesso ao cadastro do animal e a dados dos proprietários, como endereço e identidade.A medida, segundo o veterinário responsável pelo projeto, tem foco no controle de doenças transmitidas pelos animais. José Carlos Sangiovanni explicou que os cães saem do canil municipal vacinados contra a raiva e vermifugados. Cabe aos proprietários, depois da adoção, manter a cartela de vacinas atualizada e zelar pela saúde dos mascotes."Com a identificação dos animais, podemos também identificar o proprietário e responsabilizá-lo em caso de abandono ou maus-tratos", disse.
Apenas no primeiro semestre de 2008, mais de 2.500 vacinas antirrábicas tiveram de ser aplicadas em Porto Alegre, devido às agressões caninas. Esse número poderia cair caso houvesse mais informações sobre vacinações de animais.O circuito eletrônico, fabricado em São Carlos (SP), fica dentro de uma cápsula de vidro de 2,2 milímetros por 12,2 milímetros. O chip é coberto por uma película antimigratória, que o impede de mudar de lugar no corpo do animal. A inserção é subcutânea, feita com uma agulha. A responsabilidade legal pelos cães está prevista no Código Municipal da Saúde, no Código de Posturas do município e na Lei de Crimes Ambientais. As penalizações, entretanto, são raras em função da dificuldade de se relacionar os animais a seus proprietários. "A política de controle da população animal doméstica parte do princípio da identificação", explicou o coordenador da vigilância ambiental de zoonoses do Estado, Celso dos Anjos.Um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa pretende estender a obrigatoriedade de identificação a todos os cães do Estado. Segundo o coordenador, o registro eletrônico facilita o combate a focos de doenças, especialmente a raiva. "Com o chip, fica mais fácil localizar e vacinar os cães infectados no caso de um surto de raiva", disse dos Anjos.
A Prefeitura de Porto Alegre estima que existam 300 mil cães na cidade, dos quais 15 mil nas ruas em situação de indigência. A previsão, na primeira etapa do programa, é identificar 2.000 animais que circulam por ano no Canil do CCZ, que adquiriu um estoque de 5.000 chips. Cada equipamento, incluída a inserção, custa R$ 15. O centro mantém uma média de 40 animais para doação por mês.A medida, entretanto, foi criticada por entidades protetoras de animais. Segundo Airton Marcolino, presidente da Associação Pró-Direito dos Animais de Porto Alegre (Aprodan), a adoção de animais será dificultada com o monitoramento. "Vai ficar ainda mais difícil conseguir um dono para os cachorros de rua", disse.A associação tem 700 cães sem raça à espera de um dono. Hoje, apenas um em cada cem animais consegue ser adotado, informou Marcolino. "A prefeitura não nos ajuda dessa forma", disse ele, que sugeriu uma campanha de esclarecimento para os proprietários de cães.
A presidente da Associação Gaúcha de Proteção aos Animais (AGPA), Lenir Oliveira Pascoal, também é contra a medida. Ela defendeu políticas públicas de castração em massa dos animais de rua, em vez do investimento em identificação eletrônica. "Também ajudaria se o centro melhorasse as condições de hospedagem de seus animais", afirmou. Segundo ela, as condições do canil do CCZ são precárias.

FONTE

Fala sério... :-]

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Menino indiano se casa com cadela para evitar ataques de tigres

BHUBANESWAR, Índia (Reuters) - Foi realizado no leste da Índia o casamento de um menino pequeno com a cadela de seus vizinhos. De acordo com testemunhas e autoridades, na quarta-feira, os moradores do vilarejo acham que isso impedirá que o menino seja morto por animais selvagens.Cerca de 150 tribais realizaram o ritual recentemente num povoado no distrito de Jajpur, no Estado de Orissa, depois de um dente ter nascido na gengiva superior do menino, que tem menos de 2 anos de idade."Realizamos o casamento porque isso vai superar qualquer maldição que possa cair sobre a criança e sobre nós", teria dito o pai do menino, Sanarumala Munda, segundo um jornal local.
O noivo, Sagula, foi carregado por sua família em procissão até o templo do povoado, onde um sacerdote oficiou o casamento entre Sagula e sua "noiva", Jyoti, cantando hinos em sânscrito, segundo uma testemunha.Em seguida, os moradores do vilarejo festejaram o casamento com quitutes e bebidas alcoólicas.A cadela pertence aos vizinhos do noivo e, depois da cerimônia, foi libertada para andar livremente pela área. Não houve pagamento de dote, disse a testemunha, e o menino ainda poderá se casar com uma noiva humana no futuro, sem precisar entrar com pedido de divórcio.As leis indianas não reconhecem os casamentos entre pessoas e animais, mas o ritual sobrevive em áreas rurais e tribais da Índia, onde milhões de pessoas ainda são analfabetas.
*nota do blog: nessas horas, lembro-me daquele programa do Sílvio Santos, das antigas (anos 80): "Isso é IN-CRÍ-VEL"

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Labrador "concorre" a prefeitura nos Estados Unidos

Tress Turner ganha um beijo de seu cão, Willie Bean Roscoe P. Coltrane, que "concorre" à prefeitura de Fairhope, no Alabama

da Associated Press, em Fairhope (Alabama)

Um dos candidatos na disputa pela prefeitura de Fairhope (EUA) é consideravelmente mais peludo do que os outros. Ele também tem o dobro de pernas e geralmente está abanando o rabo. Wille Bean Roscoe P. Coltrane é um labrador de sete anos cuja dona resolveu ironizar a corrida eleitoral norte-americana lançando sua candidatura.

Mas Willie Bean pode não estar preparado para um mundo tão competitivo. "Quando um cão menor late, ele sai correndo", diz sua dona, Tress Turner, 43, ao jornal "Press-Register".
Tress é gerente do The Coffee Loft, que também é o comitê de campanha. Lá, os seguidores de Willie Bean podem comprar camisetas e outros suvenires.
Alguns de seus cabos eleitorais afirmam que o cão está elevando o nível da disputa, que se encerra com a eleição de 26 de agosto. "Precisamos de sangue novo", brinca Vince Kilborn, 66.
Kilborn, advogado do governador do Alabama Don Siegelman em um caso de corrupção, diz mais sobre o candidato de quatro patas: "Ele não tem esqueletos no armário, pois comeu todos".
O movimento pró-Willie Bean começou há três semanas. Mas o cão não tem chances reais na disputa. Ele perdeu o prazo de inscrição dos candidatos a prefeito.

E, se brincar, ainda faz menos sujeira. Voto nele!

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Família paga US$ 155 mil para ter um cachorro clonado

da Efe
O casal Edgar e Nina Otto, de Boca Raton, nos Estados Unidos, se transformou nos orgulhosos proprietários do primeiro cachorro clonado comercialmente. Para isso, tiveram que desembolsar a soma de US$ 155 mil.
Segundo a rede de televisão CNN, o casal quis clonar seu labrador "Sir Lancelot" há cinco anos e, quando o animal de estimação morreu de câncer em 2008, fez com que seu DNA fosse congelado.
A clonagem foi feita pela empresa de biotecnologia BioArts International, que realizou um leilão --vencido por Otto-- para criar o primeiro clone com fins comerciais.
O DNA de "Sir Lancelot" foi enviado para uma empresa na Coreia do Sul, onde foi implantado em um óvulo, e na semana passada o casal recebeu seu filhote, uma cópia exata do animal de estimação perdido e ao qual decidiram chamar "Lancey", diminutivo de Lancelot.
*nota do blog: isso, pra mim, é o fim da picada. A morte é um fato da vida, e temos que aprender a conviver com ela. Da forma como os avanços vem ocorrendo nessa área, não tardará o dia em que pais irão clonar os bichos de estimação dos filhos - "pronto, aqui está ele de volta. Cuidado, hein?" Bom, alarmista ou não, não vejo isso com bons olhos; considero anti-ético. Quem quiser, se manifeste

Certas coisas se eprende desde cedo...

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Parada de cães em Nova Orleans, nos EUA

O evento é conhecido como Mystic Krewe of Barkus

Batman, tema do evento, é visto ao longo da parada de cães


domingo, 15 de fevereiro de 2009

Quanto mais feinho, melhor


Focinho achatado, pernas curtas, olhos saltados, pelo em tufos – os cães exóticos parecem lindos aos olhosde seus donos. Muitos deles resultam de cruzamentos inadequados e podem ter problemas de saúde


O homem domesticou os cães há 10 000 anos e, desde então, a relação entre as duas espécies conheceu momentos memoráveis. Pinturas em cerâmica mostram que os gregos da Antiguidade criaram os primeiros cães que se aninhavam no colo dos donos. Os ingleses passaram meio milênio aperfeiçoando raças especializadas na caça da raposa. O mais recente capítulo dessa história não é tão edificante, mas mostra que o apreço dos humanos pelos cachorros não tem limites. Nos últimos tempos, o critério de muita gente para escolher o cão de estimação tem sido a feiura do bicho. Pernas muito curtas, orelhas desproporcionais ao rosto, olhos saltados como os de um gafanhoto, ausência de pelo, focinhos achatados e várias dobras de pele – tudo isso virou motivo de atração, e não de repulsa, para quem escolhe cuidar de cães feinhos. Ou melhor, exóticos, como preferem os donos.


Todo mês de junho, a celebração aos frankensteins caninos tem seu ápice numa feira de agricultura da Califórnia chamada Sonoma-Marin Fair. A principal atração da feira é o concurso que escolhe o cachorro mais feio do mundo.

Para ler a reportagem na íntegra, clique AQUI.

Briga de cães volta a ser popular no Afeganistão

Lamentável: país destruído, povo idem

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Cão dá uma de gato, sobe no telhado e mobiliza a polícia nos EUA

Cão chegou até o telhado porque a neve no quintal estava alta.'Isso acontece quando você pensa que já viu de tudo', disse policial.

O departamento de polícia de Minot, no estado de Dakota do Norte (EUA), já recebeu diversas chamadas para resgatar animais, mas a última foi inusitada.

Os policiais tiveram que retirar um cachorro que subiu no telhado da casa, segundo o jornal local "Minot Daily News". Segundo Dick Schnell, do controle de animais, o cão chegou até o telhado porque a neve no quintal da casa estava alta, o suficiente para que ele pudesse subir.

Schnell precisou de várias tentativas para convencer o cão a descer para um nível inferior.
Após o resgate do animal, Schnell disse que isso só acontece "quando você pensa que já viu de tudo".

FONTE