sábado, 21 de março de 2009
Crocodilo tem rosto reconstruído com placas de metal
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Lobo mais raro do mundo é ameaçado por vírus de cão

A ação foi iniciada após os resultados desanimadores da vacinação dos cães que vivem perto dos lobos.
Os cachorros são animais domésticos do povo oromo, que habita a região do Parque Nacional das Montanhas Bale e também convive com os lobos.
"Catorze já morreram e testes de laboratório confirmaram nosso pior medo: estamos frente a uma outra explosão potencialmente devastadora", afirma Claudio Sillero, da unidade de conservação da vida selvagem da Universidade de Oxford, no site da instituição. "Se não houver monitoramento, a raiva poderá matar mais de dois terços de todos os lobos em Bale", completou.
A vacinação dos lobos começou no fim de outubro, sob coordenação de Sillero e de Fekadu Shiferaw, do Programa de Conservação do Lobo Etíope.
Apesar das adversidades, o programa tem obtido bons resultados.
Nas duas primeiras semanas, já foram imunizados 46 lobos.
Para a conclusão do "cinturão sanitário" em torno dos animais, estão sendo vacinados prioritariamente os indivíduos com maior probabilidade de contato com os cães.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Turma da Mônica - Cuidado com a raiva!
Série criada por Maurício de Souza traz Mônica ensinando como é importante a boa relação com os animais
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Aos 111 anos, lagarto é pai na Nova Zelândia

Mas, na prática, não foi bem assim. A centenária tuatara chamado Henry, um "fóssil vivo" estava supostamente passando ileso pelo período de acasalamento, até que ele foi encontrado acariciando uma fêmea chamada Mildred no ano passado --o que resultou no nascimento de uma cria de onze filhotes ontem.
Henry tinha 70 anos quando chegou ao Southland Museum and Art Gallery, um "velho mau humorado", segundo funcionários do local. Ele já havia atacado outros répteis, incluindo fêmeas, até ter um tumor cancerígeno, que foi removido das genitálias em 2002.
"Eu havia descartado a possibilidade dele conseguir acasalar", disse Lindsay Hazley, curadora da galeria, à Associated Press.
Ela espera usar Henry e seus filhotes regularmente no programa de procriação que está ajudando a expandir o número de tuataras, depois delas terem sido atacadas por predadores.
Estima-se que haja cerca de 50.000 tuataras no mundo. Elas vivem na Nova Zelândia, a maior parte delas em reservas naturais livres de predadores.
FONTE
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Animal de estimação precisa estar imunizado para férias no litoral
A proteção contra a direfilariose não é obrigatória, mas pode salvar a vida do animal. Mais conhecida como verme do coração, esta é uma doença grave, transmitida por um mosquito normalmente encontrado em regiões litorâneas. Os principais sintomas são tosse, cansaço, sono excessivo e indisposição para atividade física.
Não há vacinas que previnam a direfilariose, mas há vermífugos à base de ivermectina que podem ser dados aos cachorros antes da viagem, para que ele esteja protegido. Eles matam o verme que transmite a doença assim que ele entra na corrente sangüínea.
"Por isso, antes de levar o cão ou gato à praia, é fundamental que o dono o leve ao veterinário. Além de recomendar a medicação adequada, o profissional pode fornecer o atestado zoosanitário e atualizar a carteira de vacinação do bichinho", lembra Márcio Rangel de Mello, médico veterinário e conselheiro efetivo do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo.
Além dos documentos obrigatórios, o veterinário considera ideal que os animais sejam transportados em caixas especiais, na parte traseira do carro.
Doenças mais comuns
Problemas gastrointestinais que provocam diarréia, vômito e desidratação são os mais comuns entre cachorros no verão, por conta do calor e do longo tempo de exposição do alimento ao sol e à alta temperatura --os alimentos ficam muito tempo nas vasilhas, acabam estragando e fazendo mal ao animal.
Como a estação é marcada pelas chuvas, as enchentes trazem às áreas urbanas os ratos e, com eles, a leptospirose. Já as redes de esgoto podem espalhar os vírus da parvovirose, que podem provocar vômitos, diarréia hemorrágica e desidratação profunda. Há no mercado vacinas disponíveis para prevenir as duas doenças.
Por outro lado, apesar de existir uma vacina eficaz na prevenção da leishmaniose, Mello indica que ela seja dada ao animal apenas depois que seja feito o diagnóstico, pois, segundo o veterinário quando ele é feito depois da vacina não é possível saber se o cachorro não tem a doença ou se o resultado negativo é apenas efeito da vacina. Para ele, o melhor jeito de espantar a doença é usando coleiras que tenham no princípio ativo uma substância que possa repelir o mosquito palha, que transmite a doença.
A Prefeitura de Ubatuba instituiu como pena o pagamento de uma multa para quem levar um cão à praia. Em seu site, o município desestimula a população a carregar seus bichos de estimação à areia, pois eles podem sofrer de desidratação e insolação, ter dermatites por causa da umidade e problemas gastrointestinais ao ingerir água da praia. A prefeitura afirma também que um cachorro pode agredir desconhecidos, ser contaminado por parasitas e transmitir doenças ao homem.
sábado, 13 de dezembro de 2008
Luto de cães e gatos que perdem um companheiro é passageiro, dizem especialistas
FOTOS DE CÃES
FOTOS DE GATOS
Perda de apetite, uivos e semblante triste são alguns dos sintomas que muitos bichos de estimação apresentam após a morte de um companheiro, no caso outro animal. Embora as reações não sigam um padrão, o "clima de luto" entre cães e gatos é apontado como algo visível por donos que chegam a procurar a ajuda de um veterinário. :: FOTOS DE RAÇAS DE CÃES :: :: FOTOS DE RAÇAS DE GATOS :: A jornalista e fundadora da ONG Adote um Gatinho Juliana Bussab afirma ter visto de perto as reações de perda de cães e de gatos. Uma das situações aconteceu entre dois de seus cães, um husky siberiano e um weimaraner, apresentados já adultos um para o outro. A convivência, difícil no começo, se transformou em amizade e, anos depois, em tristeza, após a morte do segundo. "O husky não queria comer e começou a deitar onde o outro descansava", diz. Preocupada, Juliana levou o cão ao veterinário e, cerca de três meses depois da morte do amigo, as melhoras começaram a aparecer.Já entre os gatos, ela diz que observou a relação entre dois gatinhos da mesma ninhada, acolhidos pela ONG. Com a morte do macho, a fêmea começou a chorar com freqüência e procurar o companheiro, mas acabou superando sozinha em alguns meses. "Ela foi adotada e hoje está linda", conta.

Gatos podem sentir falta do companheiro
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Cão amputado ganha 'pata biônica' de R$ 35 mil


quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Gato ganha par de 'asas' e apelido de 'Anjo' na China

"Ele é um anjo, e não um demônio", afirma a dona, em entrevista à agência de notícias HUashang. "Anjo", inclusive, é o apelido do animal. De acordo com especialistas consultados pela revista Cryptozoology, as deformidades não prejudicam a vida normal do gato.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Conheça os animais que ganharam pedaços 'mecânicos'

Tonka, a tartaruga com rodinhas. (Foto: Reprodução)
A primeira da lista é Tonka, a tartaruga de rodinhas. Tonka teve a pata dianteira esquerda arrancada por um cachorro. Funcionários da Sociedade Humanitária Peninsula, organização de proteção aos animais sediada em San Mateo (Califórnia), amarraram embaixo de seu casco um chassi de três eixos e seis rodas.
A peça foi tirada de um carrinho de brinquedo. Tonka virou notícia e, assim que sua foto com a prótese improvisada foi publicada nos jornais, ela foi adotada.
A lista apresenta na seqüência Motala, a elefanta de salto alto. Motala pisou em uma mina (bomba enterrada) na fronteira entre a Tailândia e Mianmar em 1999.
Elefante com pata nova. (Foto: Reuters)
A explosão atingiu sua pata esquerda dianteira. Os veterinários conseguiram salvar a pata, mas ela ficou mais curta que as outras. No hospital Amigos dos Elefantes Asiáticos, em 2005, ela começou a usar a prótese com enchimento de serragem que ostenta orgulhosa até hoje.
A pônei Molly foi abandonada por seus proprietários quando o furacão Katrina castigou a Louisiana, em 2005. Ela passou semanas vagando sem destino até ser resgatada e levada a um abrigo de animais. Lá, foi atacada por um pitbull e quase morreu. Sua perna direita ficou terrivelmente ferida e infeccionou.
Os veterinários achavam que a hora da pequena égua tinha chegado. Foi então que o cirurgião Rustin Moore percebeu que ela não sentia dores e ainda era amistosa com quem se aproximava. Moore concordou em amputar a perna abaixo do joelho. Uma “canela” artificial temporária foi adaptada. Molly saiu da clínica por conta própria, sem ajuda. Hoje ela é considerada um exemplo de superação para éguas e cavalos ao redor do mundo.
Molly, totalmente recuperada. (Foto: Reprodução)
Outro destaque é Fuji, o golfinho que perdeu o rabo. Durante décadas, ele encantou as crianças que visitavam um aquário de Okinawa, no Japão. Até que uma doença misteriosa começou a corroer suas nadadeiras. Para salvar sua vida, quase toda a cauda teve que ser amputada. Mas a cauda de um golfinho é o seu motor. Sem ela, eles não podem nadar, pular ou mergulhar.
Por isso, engenheiros da fábrica de pneus Bridgestone (famosa por equipar carros de Fórmula 1) se dedicaram a projetar um rabo de borracha para Fuji. Os primeiros modelos não funcionaram muito bem. Fuji se acertou com o terceiro modelo, feito de borracha com recheio de espuma. E voltou a nadar quase tão bem quanto um golfinho normal.
Quando o bico de uma ave é danificado, ela pode perder a capacidade de comer, beber e caçar. O resultado: a morte. A cegonha Uzonka teve parte do bico destroçado por humanos. Mas também teve muita sorte.
Fábrica de pneus dá vida nova a golfinho. (Foto: AP)
Depois de cinco operações preparatórias, Uzonka recebeu um bico artificial e hoje vive feliz em um hospital de Uzon, na Romênia. Em junho de 2008, a águia Beauty recebeu um bico artificial de plástico em Idaho (Estados Unidos). O bico original da bela ave foi destroçado por um tiro, há 3 anos.
Ela foi encontrada em um bosque no Alasca. O visual ficou muito bom, mas os veterinários voluntários que cuidaram de Beauty prometeram dar a ela, ainda este ano, um bico feito de material mais resistente, possivelmente titânio.
Antes que alguém diga que todo o empenho das pessoas que ajudaram esses animais não passou de perda de tempo e dinheiro, aqui vai a opinião de um especialista.
Águia com novo bico. (Foto: AP)
Em entrevista à revista “Veja” em junho, o francês Denis Marcellin-Little, professor de medicina veterinária na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, afirmou: "O progresso na área de próteses veterinárias é hoje de extrema utilidade para o aperfeiçoamento dos modelos usados por pessoas".
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Vantagens de castrar o seu gatinho
sábado, 27 de setembro de 2008
Aquário australiano faz massagem em tubarões
que emprego legal! alguém se habilita??
terça-feira, 23 de setembro de 2008
DNA de fezes vai delatar donos de cães "porcalhões" em Israel

Os donos dos pets que fizerem suas necessidades nos locais permitidos --previamente demarcados-- poderão receber recompensas, como cupons para ração e brinquedos. Mas o proprietário de um animal cujo cocô ficar sob a sola de sapato de alguém vai ganhar uma multa municipal.
"Meu objetivo é envolver os moradores e dizer a eles que, juntos, podemos tornar nosso ambiente limpo", afirmou Tika Bar-On, chefe veterinário autor do projeto. Bar-On disse ainda que o banco de dados poderá ajudar também nas pesquisas sobre doenças genéticas caninas e pedigrees, além de auxiliar na identificação de animais perdidos.

Donos podem ajudar cães que têm medo de barulho
Para quem tem cães, a cena acima costuma ser freqüente em dias de jogos de futebol, de chuva com trovões e de celebrações como Réveillon, por exemplo. "É um problema bem comum e pode acarretar outras situações indesejáveis, como fuga ou acidentes", diz Tânia Parra Fernandes, professora da faculdade de medicina veterinária da Universidade Metodista de São Paulo.
O maior risco, segundo ela, é que, na tentativa de se esconder, os bichinhos batam em vidraças ou armários e acabem se machucando.
Nem todos têm medo. Entre os que têm, segundo Tânia, a causa pode estar em algum acidente que sofreram quando eram pequenos.
"O trauma pode ter sido de um barulho forte que ouviram quando eram filhotes, como cheirarem uma pilha de garrafas que caiu ou estar dormindo debaixo de um carro e alguém ligar o motor. Isso marca o animal", diz. "O surto pode vir do fato de o animal ter uma audição mais amplificada que a nossa. O som fica mais agudo e incomoda", completa Neimar Roncati, coordenador de medicina veterinária da Universidade Anhembi Morumbi.
A dica é manter os cãezinhos em locais seguros e oferecer espaços onde eles possam se esconder para que se sintam protegidos. Um conselho importante é tentar condicionar o barulho a uma coisa boa. Ficar com o cachorro no colo, brincar e mostrar que aquela não é uma situação ruim é interessante para que ele a associe a algo tranqüilo. "Por verem as crianças da casa gritando com o jogo de futebol, eles ficam em alerta, acham que o grupo está em perigo. O dono deve mostrar que não está acontecendo nada", orienta Roncati.
Para abafar o ruído, o algodão no ouvido pode ser uma alternativa, mas é importante que o dono saiba colocá-lo no bicho. "Um profissional deve mostrar como porque o animal pode ter lesões", diz Roncati. Godot, o boxer da analista de comunicação Luciana Teixeiras, 28 anos, costuma ficar fora de casa. Quando escuta barulhos, arranha a porta, late desesperado e não sossega até que permitam que ele entre. "Ele fica encostado e se acalma. Como fica tremendo, sempre permitimos que entre", diz ela.
- Aumente o som de alguma música de modo que se sobreponha ao ruído.- Exponha o animal ao barulho aos poucos e com segurança. Reúna os amigos, ligue o rádio. Deixe o bicho adaptado a um pouco de "bagunça".- Se o animal tem muito medo, é bom ficar com ele em dias críticos como final de Copa do Mundo e Réveillon.- Procure não deixar o animal sozinho, mas, se não tiver ninguém em casa, deixe-o em um local arejado, com água e comida. O ideal é que ele fique em um lugar onde possa se sentir seguro, de preferência dentro de casa.- Feche portas e janelas para evitar fugas e acidentes.- Retire do ambiente em que o cão fica qualquer objeto pontiagudo ou de vidro que possa machucá-lo.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Petiscos podem provocar obesidade canina; veja os diferentes tipos

"Um biscoito de tamanho médio tem cem calorias. Um cachorro pequeno precisa entre 300 e 400 calorias por dia para manter o peso adequado. Ou seja, o biscoito representa 25% do que deve ser ingerido", afirma Márcia Jericó, coordenadora do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi.
Um engano é o proprietário pensar que o cachorro vai ficar feliz com o agrado. "Presença e atenção do dono fariam melhor efeito", afirma Eduardo Fava Schmidt, veterinário do Hospital Veterinário Rebouças.
Como os petiscos são enriquecidos com gordura, açúcar e sal, não são muito nutritivos. Seu consumo gera energia, mas os animais que já têm uma alimentação adequada não precisam disso, e tudo acaba transformado em gordura. O que ocasiona dor nas costas e problemas graves como diabetes, colesterol alto e triglicérides, explicam os veterinários.
O problema é que os animais tendem a preferir os petiscos e acabam deixando de lado a comida saudável. "No lugar de chocolates e bifinhos, dê carinho. A guloseima faz mal ao animal", alerta Schmidt. Outro costume inadequado é premiar o bicho com a comida da casa. "Acrescentar qualquer tipo de alimento à ração vai desequilibrar a dieta. É um hábito desnecessário", diz o veterinário. As latas e os sachês de ração úmida, que tende a ser mais palatável, também não devem ser oferecidos com freqüência.
Bifinhos - são feitos de carne desfiada e salgada e podem ter sabor de peito de peru, bacon, frango e carne. São macios e têm vitaminas
Ossinhos de couro de porco - não são aromatizados e não há acréscimo de calorias. Indicados para filhotes, que brincam mordendo os ossinhos
Chiclete - feitos com couro bovino e flexíveis. Aromatizados com carne, menta, morango ou bacon, eles são macios, para que os animais mordam e puxem, como um chiclete
Chocolates - são ossinhos de couro de porco com cheiro de chocolate. Há também os de menta, morango, baunilha, entre outros sabores. Alguns são indicados para animais com mau hálito
Biscoitos - são feitos de leite, farinha de trigo, proteínas, vitaminas e cálcio. Podem ter sabor de espinafre, cenoura ou fígado, por exemplo
Pastas de carne - podem ser acrescentadas à ração para dar sabor e vêm em sachês ou latas
- Como prêmio por algum feito ou bom comportamento- Como parte de um processo educativo* Mesmo nessas condições, não é recomendado dar guloseimas mais de quatro vezes por semana
- Obesos- Com doenças cardíacas- Com doenças nos rins- Com problemas hepáticos
FONTE
*nota: já que estamos falando em guloseimas - que sabemos, eles devoram (o nosso Rufus que o diga), ajudem o Scooby-Doo a comer alguns bicoitinhos-scooby! É bem engraçado
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Parasitas!!!!!

As doenças provocadas por pulgas e carrapatos podem levar à morte Tirar os carrapatos um a um, além de não adiantar muito – uma vez que o cachorro também pode carregar milhares de ovos de carrapatos - pode causar lesões. Com cinco anos de idade, a cachorrinha da raça poodle Pug apresenta vários ferimentos causados pela retirada dos parasitas. “Quando se arranca o carrapato do animal, também é preciso fazer uma limpeza na área, para evitar que haja uma inflamação”, recomenda Ana Catarina.Os donos também contam com produtos homeopáticos para evitar os parasitas. Bastam três bolinhas por dia, diluídas na água de beber do cachorro, para evitar que os carrapatos se estabeleçam no animal. “Os remédios homeopáticos não impedem a infestação, mas faz com que o organismo do animal combata o carrapato. Em quinze dias, já dá para notar resultados”, explica a médica veterinária.
FONTE
*NOTA: mais informações, clique aqui
domingo, 31 de agosto de 2008
Somos mesmo tão diferentes assim?


Dando prosseguimento:


Bom, pra matar a curiosidade, é só inverter a ordem das segundas fotos (o elefante é o segundo ultrassom) - mas se eu dissesse o contrário, alguém desconfiaria?
Bom, postei isso porque me deu mesmo o que pensar...
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Chega de bafo!

Por terem os dentes mais juntos, os cães de pequeno porte têm mais chances de serem afetados pelo problema.
O livro do médico veterinário canadense Bruce Fogle, The Complete Dog Care Manual, reúne algumas dicas muito úteis sobre o assunto. Preste bem atenção e não deixe mais seu amiguinho sofrer com o bafo de leão:
O tártaro e os restos de comida podem causar infecções na gengiva, ou gengivite, que muitas vezes é acompanhada por sangramentos. Neste caso, escovar os dentes do animal regularmente previne a formação do tártaro. Se o tártaro já estiver formado, o melhor é consultar um veterinário para uma raspagem.
Pode ocorrer também tumores que parecem caroços na gengiva. Então, é necessário que se avalie se o tumor é maligno ou não, devendo ser removido com cirurgia.
Em raças com boxers e bull terriers, entre outras, pode haver um crescimento proliferativo nas gengivas. Um problema hereditário que faz com que a gengivas cresçam em demasia, podendo até cobrir os dentes. Muitas vezes, só uma cirurgia pode solucionar o problema, mas antibióticos melhoram as infecções causadas pelo crescimento.
Longe de ser considerado tratamento de luxo, os cuidados bucais vêm complementar a lista de medidas preventivas para a saúde do animal, que também inclui: alimentação à base de ração de boa qualidade, vacinação completa e controle de parasitas, higiene do animal e do local onde vive, programa de exercícios, além de muito amor e carinho.
Não ache normal seu cão ter bafo. Infecções sérias, que podem comprometer toda a saúde do animal, podem ter início numa boca mal tratada. Faça a higiene diária em seu bichinho e leve seu cão periodicamente ao veterinário.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Fotos de zôo mostram o calor no corpo dos animais



Segundo o diretor do zoológico, David Field, as imagens podem ajudar os veterinários. "Apesar de parecerem obras reminiscentes de uma galeria de arte moderna, as fotos nos oferecem uma perspectiva única sobre como os animais regulam a temperatura do corpo", afirma. "As imagens térmicas poderão ser usadas para diagnosticar infecções, já que áreas infectadas aparecem mais quentes em alguns casos", explica.


quarta-feira, 2 de julho de 2008
Vírus ameaça gatos com ataque ao sistema imunológico
ALESSANDRO REIS da Revista da Hora
Caso seu gato apresente dor abdominal, apatia, falta de apetite, vômitos e diarréia com sangue, é hora de consultar um veterinário com urgência. O animal pode estar sofrendo de panleucopenia felina, uma doença viral que ataca o sistema imunológico dos felinos. Muito contagiosa, sua taxa de mortalidade é alta. Afeta, principalmente, bichos jovens, que ainda não desenvolveram totalmente as defesas naturais.
"Acredita-se que a panleucopenia tenha originado a parvovirose canina por meio de mutação genética, pois os sintomas e as características do vírus são parecidos. Nos gatos, causa uma redução drástica da taxa de glóbulos brancos no sangue, afetando a defesa do organismo contra agentes externos", explica o veterinário Rodrigo Gonzalez, professor da Universidade Anhembi Morumbi.
Segundo o especialista, a doença afeta a medula óssea, onde são produzidos os glóbulos brancos, e o sistema gastrointestinal. Um dos sintomas mais graves é a gastroenterite (inflamação do estômago e dos intestinos) aguda, que leva rapidamente à desidratação.
"Quando houver suspeita de panleucopenia, a alimentação do gato deve ser interrompida imediatamente para evitar os vômitos e a diarréia. É dado imediatamente soro ao gato para alimentá-lo e hidratá-lo. O animal, ainda, recebe antibiótico com o objetivo de prevenir e controlar infeções bacterianas decorrentes da baixa imunidade", recomenda Gonzalez. O tratamento, afirma o veterinário, dura de cinco a sete dias.
"A taxa de mortalidade é elevada, mas gatos que vencem o quinto dia da doença têm mais chances de sobreviver", afirma o especialista. Segundo ele, a doença é bem mais branda ou até assintomática quando afeta felinos adultos.
Outro cuidado em relação à panleucopenia se deve à resistência do vírus causador da enfermidade, que é altamente transmissível. Prova disso é que gatos já curados podem infectar outros durante cerca de 30 dias após serem atingidos pela panleucopenia.
"A doença pode ser contraída por meio do contato direto com fezes, saliva e urina infectadas. Também é transmitida pelo ar. O vírus deve ser eliminado com a aplicação de hipoclorito de sódio [água sanitária] no ambiente infectado para evitar o contágio de outros felinos. Passar álcool nas superfícies contaminadas não resolve o problema", diz o veterinário Paulo Salzo, professor da Universidade Metodista.
Apesar de grave, a ocorrência de panleucopenia diminuiu bastante ao longo dos últimos dez anos, de acordo com os especialistas. A vacinação correta explica o controle da doença. "Fazer as três vacinações do gato após os primeiros 45 dias de vida é a melhor forma de o bicho criar anticorpos e prevenir o problema", salienta o veterinário Paulo Salzo. Portanto, fique de olho na saúde do bichano.
Saiba mais
Panleucopenia felina
É uma doença específica de gatos, altamente contagiosa e causada pelo parvovírus felino. Reduz drasticamente a quantidade de glóbulos brancos no sangue do animal, afetando seu sistema imunológico. Os felinos ficam suscetíveis a infecções bacterianas, e o risco de morte é bastante elevado. Afeta principalmente animais jovens, que ainda não desenvolveram anticorpos adequadamente. Pode matar em poucas horas, antes mesmo de surgirem os principais sintomas. A doença dura cerca de cinco dias, em média.
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Informações úteis: Babesiose

O carrapato se contamina pela Babésia ao se alimentar do sangue de um animal já contaminado e, ao picar um animal sadio, dá continuidade ao ciclo de contaminação.
Uma vez contaminado, o anima apresenta como sintomas a perda de apetite, febre, desânimo, fezes acompanhadas de sangue, palidez nas mucosas conjuntiva e bucal, além de sangramentos no nariz, boca e ponta das orelhas.
Em alguns casos, filhotes com 8 a 12 semanas de vida podem estar imunes à doença graças aos anticorpos herdados da mãe. Geralmente, os animais mais suscetíveis aos efeitos da doença são aqueles que estejam debilitados (não totalmente saudáveis) ou estressados.
Na fase crônica da doença, a destruição das células sanguíneas é menor do que nos casos agudos, o que causa o aumento do baço e o surgimento de icterícia (amarelão).
Os sintomas acima descritos podem levar semanas ou meses para que se tornem evidentes. O tempo para que esses sintomas se manifestem varia de acordo com as condições de saúde do animal, a raça, a idade, o número de carrapatos encontrados no animal. Tudo somado a uma série de fatores e condições do ambiente onde vive o animal.
Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maior será a eficácia do tratamento e menor o risco de mortalidade. Para isso, são realizados exames clínicos, hemogramas para detectar o parasita e um histórico de infestação de carrapatos no animal.
O tratamento da Babesiose abrange dois aspectos: o combate ao carrapato causador da doença (com a utilização de produtos para limpeza, desinfecção e manutenção da limpeza do ambiente para que fique livre dos carrapatos e o uso de produtos veterinários como sprays, xampus e coleiras anti-carrapatos) e a neutralização dos efeitos e prejuízos causados pela doença (com o auxílio de medicamentos, incluindo corticóides, sempre a critério do veterinário responsável).
Todas os meios de prevenção são úteis pois, mesmo depois de curado da doença, caso o animal seja novamente atacado por um carrapato contaminado, nada impede que seja outra vez infectado pela doença.
