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sábado, 21 de março de 2009

Crocodilo tem rosto reconstruído com placas de metal

Cirurgiões plásticos na Flórida dizem ter conseguido reconstruir com sucesso o rosto de um crocodilo ferido em um acidente de carro.O crocodilo de três metros de comprimento pode agora abrir completamente a boca pela primeira vez desde que foi encontrado quase morto na beira de uma estrada.Os médicos usaram quatro placas de metal e 41 parafusos no crânio do crocodilo, que não conseguia se alimentar sozinho por causa dos ferimentos.Eles afirmaram que um sinal de que a cirurgia foi um sucesso é que o crocodilo consegue abrir a boca para regular sua temperatura corporal, o que não estava fazendo antes.
Assista aqui.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Lobo mais raro do mundo é ameaçado por vírus de cão

Lobo etíope é considerado o mais raro do mundo, pois restam menos de 500 indivíduos vivendo de forma livre na natureza

Ele é considerado por conservacionistas o lobo mais raro do mundo --há menos de 500 indivíduos na natureza. E está sendo ameaçado por um vírus comum aos cães domésticos: o da raiva.
O lobo-etíope vem sendo estudado por equipes multidisciplinares que tentam criar uma "barreira anti-rábica" em torno dos grupos existentes nas montanhas do país africano. Para isso, especialistas da Universidade de Oxford e conservacionistas estão vacinando os próprios lobos.
A ação foi iniciada após os resultados desanimadores da vacinação dos cães que vivem perto dos lobos.
Os cachorros são animais domésticos do povo oromo, que habita a região do Parque Nacional das Montanhas Bale e também convive com os lobos.
Lobos-etíopes (Canis simensis) estão ameaçados pelo vírus da raiva, adquirido por meio do contato com cães domésticos
Milhares de cães são vacinados todos os anos, mas isso não impediu a proliferação do vírus entre os lobos.
"Catorze já morreram e testes de laboratório confirmaram nosso pior medo: estamos frente a uma outra explosão potencialmente devastadora", afirma Claudio Sillero, da unidade de conservação da vida selvagem da Universidade de Oxford, no site da instituição. "Se não houver monitoramento, a raiva poderá matar mais de dois terços de todos os lobos em Bale", completou.
A vacinação dos lobos começou no fim de outubro, sob coordenação de Sillero e de Fekadu Shiferaw, do Programa de Conservação do Lobo Etíope.


"Rastrear e vacinar esses animais não é uma tarefa fácil", considera Silleto. "Nossa equipe de veterinários viaja a cavalo e acampa em montanhas remotas de grande altitude com temperaturas abaixo dos -15ºC."
Apesar das adversidades, o programa tem obtido bons resultados.
Nas duas primeiras semanas, já foram imunizados 46 lobos.
Para a conclusão do "cinturão sanitário" em torno dos animais, estão sendo vacinados prioritariamente os indivíduos com maior probabilidade de contato com os cães.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Turma da Mônica - Cuidado com a raiva!

Série criada por Maurício de Souza traz Mônica ensinando como é importante a boa relação com os animais

FONTE

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Aos 111 anos, lagarto é pai na Nova Zelândia



Um réptil de cativeiro da Nova Zelândia inesperadamente virou pai aos 111 anos, depois de receber um tratamento de câncer, que teoricamente o tornaria estéril.
Mas, na prática, não foi bem assim. A centenária tuatara chamado Henry, um "fóssil vivo" estava supostamente passando ileso pelo período de acasalamento, até que ele foi encontrado acariciando uma fêmea chamada Mildred no ano passado --o que resultou no nascimento de uma cria de onze filhotes ontem.
Tuatara são ingênuas criaturas da Nova Zelândia que assemelham-se a lagartos, mas descendem de uma linhagem diferente de répteis, que viveram com dinossauros há 225 milhões de anos, dizem zoologistas.
Henry tinha 70 anos quando chegou ao Southland Museum and Art Gallery, um "velho mau humorado", segundo funcionários do local. Ele já havia atacado outros répteis, incluindo fêmeas, até ter um tumor cancerígeno, que foi removido das genitálias em 2002.
"Eu havia descartado a possibilidade dele conseguir acasalar", disse Lindsay Hazley, curadora da galeria, à Associated Press.
Ela espera usar Henry e seus filhotes regularmente no programa de procriação que está ajudando a expandir o número de tuataras, depois delas terem sido atacadas por predadores.
Estima-se que haja cerca de 50.000 tuataras no mundo. Elas vivem na Nova Zelândia, a maior parte delas em reservas naturais livres de predadores.

FONTE

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Animal de estimação precisa estar imunizado para férias no litoral

Levar um cachorro de estimação a viagens de férias não é tão simples quanto parece --ao menos para aqueles que fazem questão de estar em dia com a lei. O animal precisa ter atestado zoosanitário e carteira de vacinação com registro da aplicação da vacina anti-rábica.
A proteção contra a direfilariose não é obrigatória, mas pode salvar a vida do animal. Mais conhecida como verme do coração, esta é uma doença grave, transmitida por um mosquito normalmente encontrado em regiões litorâneas. Os principais sintomas são tosse, cansaço, sono excessivo e indisposição para atividade física.

Não há vacinas que previnam a direfilariose, mas há vermífugos à base de ivermectina que podem ser dados aos cachorros antes da viagem, para que ele esteja protegido. Eles matam o verme que transmite a doença assim que ele entra na corrente sangüínea.

"Por isso, antes de levar o cão ou gato à praia, é fundamental que o dono o leve ao veterinário. Além de recomendar a medicação adequada, o profissional pode fornecer o atestado zoosanitário e atualizar a carteira de vacinação do bichinho", lembra Márcio Rangel de Mello, médico veterinário e conselheiro efetivo do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo.

Além dos documentos obrigatórios, o veterinário considera ideal que os animais sejam transportados em caixas especiais, na parte traseira do carro.
Doenças mais comuns

Problemas gastrointestinais que provocam diarréia, vômito e desidratação são os mais comuns entre cachorros no verão, por conta do calor e do longo tempo de exposição do alimento ao sol e à alta temperatura --os alimentos ficam muito tempo nas vasilhas, acabam estragando e fazendo mal ao animal.

Como a estação é marcada pelas chuvas, as enchentes trazem às áreas urbanas os ratos e, com eles, a leptospirose. Já as redes de esgoto podem espalhar os vírus da parvovirose, que podem provocar vômitos, diarréia hemorrágica e desidratação profunda. Há no mercado vacinas disponíveis para prevenir as duas doenças.

Por outro lado, apesar de existir uma vacina eficaz na prevenção da leishmaniose, Mello indica que ela seja dada ao animal apenas depois que seja feito o diagnóstico, pois, segundo o veterinário quando ele é feito depois da vacina não é possível saber se o cachorro não tem a doença ou se o resultado negativo é apenas efeito da vacina. Para ele, o melhor jeito de espantar a doença é usando coleiras que tenham no princípio ativo uma substância que possa repelir o mosquito palha, que transmite a doença.
Cachorro na praia
Vale lembrar que em muitos lugares não se pode levar animais à praia. Essa proibição é municipal e diversas cidades brasileiras já a adotaram --é o caso de Ubatuba e São Sebastião, no litoral norte de São Paulo.

A Prefeitura de Ubatuba instituiu como pena o pagamento de uma multa para quem levar um cão à praia. Em seu site, o município desestimula a população a carregar seus bichos de estimação à areia, pois eles podem sofrer de desidratação e insolação, ter dermatites por causa da umidade e problemas gastrointestinais ao ingerir água da praia. A prefeitura afirma também que um cachorro pode agredir desconhecidos, ser contaminado por parasitas e transmitir doenças ao homem.
A multa para o dono de animal encontrado na praia é de R$ 100. Caso o bicho precise ser retirado pela equipe do Centro de Controle de Zoonoses, são mais R$ 20, além da taxa de permanência no centro até o cão ser recolhido pelo dono.
Para os desavisados, a ONG SOS Praias Brasil vem fazendo uma campanha de conscientização em vários pontos do litoral brasileiro. "Avisamos que existem leis que penalizam os donos", explica Heloísa Azevedo, presidente da entidade.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Luto de cães e gatos que perdem um companheiro é passageiro, dizem especialistas

Cães podem apresentar sinais de tristeza ao perder a companhia de outro bicho
Por THAÍS FONSECA

FOTOS DE CÃES
FOTOS DE GATOS
Perda de apetite, uivos e semblante triste são alguns dos sintomas que muitos bichos de estimação apresentam após a morte de um companheiro, no caso outro animal. Embora as reações não sigam um padrão, o "clima de luto" entre cães e gatos é apontado como algo visível por donos que chegam a procurar a ajuda de um veterinário.
:: FOTOS DE RAÇAS DE CÃES :: :: FOTOS DE RAÇAS DE GATOS :: A jornalista e fundadora da ONG Adote um Gatinho Juliana Bussab afirma ter visto de perto as reações de perda de cães e de gatos. Uma das situações aconteceu entre dois de seus cães, um husky siberiano e um weimaraner, apresentados já adultos um para o outro. A convivência, difícil no começo, se transformou em amizade e, anos depois, em tristeza, após a morte do segundo. "O husky não queria comer e começou a deitar onde o outro descansava", diz. Preocupada, Juliana levou o cão ao veterinário e, cerca de três meses depois da morte do amigo, as melhoras começaram a aparecer.Já entre os gatos, ela diz que observou a relação entre dois gatinhos da mesma ninhada, acolhidos pela ONG. Com a morte do macho, a fêmea começou a chorar com freqüência e procurar o companheiro, mas acabou superando sozinha em alguns meses. "Ela foi adotada e hoje está linda", conta.
A veterinária Angélica Lang Klaussner, atuante na Adote um Gatinho, com experiência nas duas espécies, diz que casos como esses são comuns, embora também existam cães e gatos que não esbocem qualquer reação com a morte de outro. Entre os que demonstram tristeza, ela diz que o tempo é um bom remédio mas, se surgirem sintomas físicos, o melhor é procurar auxílio clínico. Também aconselha os donos a não cometerem um erro comum em casa, que acontece principalmente com cães: lembrar o animal da perda como, por exemplo, perguntar onde o outro está ou mencionar com freqüência o nome dele. "O melhor é não lembrá-lo da morte do amigo", diz.Outra pergunta freqüente entre os donos é se devem ou não adotar um animal, para suprir a falta do outro. A veterinária diz que, em sua opinião, a adoção pode ser saudável para companhia, mas é preciso tomar cuidado com uma diferença muito grande de idade ou de temperamento. "Colocar um filhote com um animal mais velho pode não ser uma boa idéia", alerta.

Cuidados e brigas em casa

Gatos podem sentir falta do companheiro

A idéia de adotar uma nova companhia, no entanto, não é consenso entre especialistas. Para o veterinário e especialista em comportamento animal Mauro Lantzman, o melhor é deixar que o bicho encare o luto para superá-lo, até porque, diz, o amigo é insubstituível. "Os animais têm uma história e um envolvimento com o outro que não podem ser substituídos".Diz ainda que, na perda de outro bicho, o luto dos animais costuma ser mais curto que o dos humanos. "Os animais podem ficar tristes por alguns meses, mas com o tempo se acostumam". Nos meses em que há tristeza, ele sugere tratamento e atividades como passeios e brinquedos que possam estimular um comportamento mais alegre. Tempo e paciência também são indicados aos donos que têm mais de um cão ou gato em casa e que notam um problema: as brigas entre os bichos. Segundo o veterinário, isso acontece por que, com a ausência de um, começa uma reorganização entre os que ficaram na casa.
Nestes casos, o comportamento dos cães e o dos gatos são diferentes. Entre os gatos, explica, haverá disputa pelo território que ficou vago, já que os bichanos, mesmo que os donos não percebam, tem um "acordo" para dominar determinados espaços. Já entre os cães, no caso da morte de um animal "dominante", há disputa por "status" pelos que ficaram, como a de definir quem vai comer primeiro ou chegar primeiro para cumprimentar o dono. "Eles brigam por um lugar numa determinada hierarquia", explica.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Cão amputado ganha 'pata biônica' de R$ 35 mil

Buldogue de 8 anos tem prótese que é utilizada para vítimas de atentados. Cachorro perdeu a pata no ano passado após tratamento contra câncer.


O amor do segurança Reg Walker por Coal, um buldogue de 8 anos, não tem limite. Pelo menos financeiro. Walker pagou 10 mil libras esterlinas, o equivalente a cerca de R$ 35 mil, para colocar uma prótese na pata dianteira esquerda do cão, amputada por conta de um câncer em 2007. (Foto: Reprodução/Dailymail.co.uk)

Walker posa ao lado de Coal, o segundo animal a receber a moderna prótese feita com uma liga de titânio. A técnica, que tem sido testada com vítimas de atentados a bomba, permite que a tecidos da pele e o do osso 'grudem' na prótese, como um transplante. O desafio é evitar que a peça seja rejeitada pelo corpo. (Foto: Reprodução/Dailymail.co.uk)
FONTE Gostou? Aqui tem mais.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Gato ganha par de 'asas' e apelido de 'Anjo' na China

Problemas na pele e crescimento do pêlo teriam origem genética. De acordo com cientistas, animal tem vida normal


Você já viu um gato de asas? Pois saiba que eles, apesar de raros, existem. O mais novo animal a chamar a atenção do mundo nasceu na província de Qingyan, na China. Por causa de problemas na pele, possivelmente causados por condições genéticas, e crescimento anormal da pelagem, o bichano desenvolveu as duas pequenas formações nas costas, que se assemelham a asas. A dona do gato, no entanto, acredita que o gato foi exposto à poluição e sofreu estresse por ter sido 'cortejado demais' por fêmeas no cio.

"Ele é um anjo, e não um demônio", afirma a dona, em entrevista à agência de notícias HUashang. "Anjo", inclusive, é o apelido do animal. De acordo com especialistas consultados pela revista Cryptozoology, as deformidades não prejudicam a vida normal do gato.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Conheça os animais que ganharam pedaços 'mecânicos'

Tartaruga sem pata ganhou rodinha e águia sem bico fez 'cirurgia estética'. Golfinho ganhou rabo novo graças a fábrica de pneus da Fórmula 1.


Tonka, a tartaruga com rodinhas. (Foto: Reprodução)


A primeira da lista é Tonka, a tartaruga de rodinhas. Tonka teve a pata dianteira esquerda arrancada por um cachorro. Funcionários da Sociedade Humanitária Peninsula, organização de proteção aos animais sediada em San Mateo (Califórnia), amarraram embaixo de seu casco um chassi de três eixos e seis rodas.

A peça foi tirada de um carrinho de brinquedo. Tonka virou notícia e, assim que sua foto com a prótese improvisada foi publicada nos jornais, ela foi adotada.

A lista apresenta na seqüência Motala, a elefanta de salto alto. Motala pisou em uma mina (bomba enterrada) na fronteira entre a Tailândia e Mianmar em 1999.

Elefante com pata nova. (Foto: Reuters)

A explosão atingiu sua pata esquerda dianteira. Os veterinários conseguiram salvar a pata, mas ela ficou mais curta que as outras. No hospital Amigos dos Elefantes Asiáticos, em 2005, ela começou a usar a prótese com enchimento de serragem que ostenta orgulhosa até hoje.

A pônei Molly foi abandonada por seus proprietários quando o furacão Katrina castigou a Louisiana, em 2005. Ela passou semanas vagando sem destino até ser resgatada e levada a um abrigo de animais. Lá, foi atacada por um pitbull e quase morreu. Sua perna direita ficou terrivelmente ferida e infeccionou.

Os veterinários achavam que a hora da pequena égua tinha chegado. Foi então que o cirurgião Rustin Moore percebeu que ela não sentia dores e ainda era amistosa com quem se aproximava. Moore concordou em amputar a perna abaixo do joelho. Uma “canela” artificial temporária foi adaptada. Molly saiu da clínica por conta própria, sem ajuda. Hoje ela é considerada um exemplo de superação para éguas e cavalos ao redor do mundo.

Molly, totalmente recuperada. (Foto: Reprodução)

Outro destaque é Fuji, o golfinho que perdeu o rabo. Durante décadas, ele encantou as crianças que visitavam um aquário de Okinawa, no Japão. Até que uma doença misteriosa começou a corroer suas nadadeiras. Para salvar sua vida, quase toda a cauda teve que ser amputada. Mas a cauda de um golfinho é o seu motor. Sem ela, eles não podem nadar, pular ou mergulhar.

Por isso, engenheiros da fábrica de pneus Bridgestone (famosa por equipar carros de Fórmula 1) se dedicaram a projetar um rabo de borracha para Fuji. Os primeiros modelos não funcionaram muito bem. Fuji se acertou com o terceiro modelo, feito de borracha com recheio de espuma. E voltou a nadar quase tão bem quanto um golfinho normal.

Quando o bico de uma ave é danificado, ela pode perder a capacidade de comer, beber e caçar. O resultado: a morte. A cegonha Uzonka teve parte do bico destroçado por humanos. Mas também teve muita sorte.

Fábrica de pneus dá vida nova a golfinho. (Foto: AP)

Depois de cinco operações preparatórias, Uzonka recebeu um bico artificial e hoje vive feliz em um hospital de Uzon, na Romênia. Em junho de 2008, a águia Beauty recebeu um bico artificial de plástico em Idaho (Estados Unidos). O bico original da bela ave foi destroçado por um tiro, há 3 anos.

Ela foi encontrada em um bosque no Alasca. O visual ficou muito bom, mas os veterinários voluntários que cuidaram de Beauty prometeram dar a ela, ainda este ano, um bico feito de material mais resistente, possivelmente titânio.


Antes que alguém diga que todo o empenho das pessoas que ajudaram esses animais não passou de perda de tempo e dinheiro, aqui vai a opinião de um especialista.

Águia com novo bico. (Foto: AP)

Em entrevista à revista “Veja” em junho, o francês Denis Marcellin-Little, professor de medicina veterinária na Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, afirmou: "O progresso na área de próteses veterinárias é hoje de extrema utilidade para o aperfeiçoamento dos modelos usados por pessoas".

FONTE

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Vantagens de castrar o seu gatinho

A castração traz benefícios e reduz o risco de acidentes nos gatos de ambos os sexos
Hoje em dia a maioria dos gatos que regularmente freqüentam as clinicas veterinárias são castrados e de ano em ano observa-se que este número tem aumentado.Dos atendimentos de uma clínica veterinária, a castração de gatos é considerada a segunda razão mais freqüente pela qual um proprietário vem consultar o veterinário, perdendo apenas para a vacinação. Por se tratar de um assunto polêmico que gera muitas dúvidas a respeito, primeiramente abordaremos alguns aspectos reprodutivos dos felinos domésticos e depois sobre a importância da castração propriamente dita. Óbviamente tudo será de forma superficial devido à complexidade do assunto, mas procuraremos torná-lo de alguma forma proveitoso para aqueles que ainda não estão familiarizados ou apresentem alguma dúvida.
Nos gatos machos os testículos produzem espermatozóides e o hormônio sexual masculino. Eles são responsáveis pela manutenção das características físicas e anatômicas singulares aos machos e também pelo comportamento sexual masculino, dentre eles a hierarquia social junto a outros gatos, a marcação de território, o interesse sexual, a agressividade, etc.Sabe-se que a marcação pela urina nos machos está ligada diretamente à atividade sexual, ou seja, o gato tem por hábito espalhar a urina nas superfícies verticais para marcar o ambiente onde freqüenta. O forte odor da urina que ali se impregna tem a função de mostrar que neste território tem um gato macho e sinaliza sua presença para outros machos das redondezas que convivem neste mesmo ambiente.
Nas fêmeas, os ovários produzem os óvulos e os hormônios sexuais responsáveis pelo cio. O período do cio dura na gata aproximadamente de 4 a 10 dias e é aquela fase em que ela está ovulando e fica receptiva ao macho. É comum se observar a presença de uma postura típica da fêmea muito conhecida para os criadores em que ela se mantém arqueada, principalmente quando se passa a mão no seu dorso. Nesta fase ela também produz aqueles miados altos característicos, para a infelicidade da vizinhança durante o dia e a noite. Na ausência do macho, o cio tende a ser mais longo, podendo se prolongar por mais de uma semana. O acasalamento ativa a ovulação e interrompe o cio. A ovulação ocorre de 24 a 36hs após a cópula.Após um período de descanso sexual, período este que pode ser influenciado por vários fatores, tais como raça, idade, tipo de alimentação, etc., um novo ciclo se inicia na gata, repetindo o mesmo processo várias vezes durante o ano, em média três vezes por ano.
Durante o acasalamento, a fertilização dos óvulos ocorre nos tubos uterinosquando os espermatozóides expelidos pelo macho encontram o óvulo produzido pela fêmea.A gestação de uma gata varia entre 56 a 65 dias e o número de filhotes por ninhada de 2 a 8, dependendo da raça e outros fatores. O termo castração, usado muitas vezes como sinônimo de esterilização, se aplica a ambos os sexos. Castração, entretanto, tanto dos gatos machos como nas fêmeas, refere-se especificamente a uma cirurgia que previne a reprodução. Já a esterilização pode abranger a castração própriamente dita e outras formas de se evitar a reprodução.No caso dos gatos machos, a castração corresponde ao procedimento cirúrgico denominado técnicamente de orquiectomia, no qual os testículos são removidos. Os gatos castrados tornam-se estéreis e param de mostrar o comportamento sexual.Nas fêmeas a cirurgia de castração é mais invasiva, pois tanto os ovários, como as trompas e o útero são removidos e este procedimento denomina-se de ovariosalpingohisterectomia. As gatas castradas ficam também esterilizadas e não mais apresentam cio e interesse sexual.
No caso das fêmeas existe outro tipo de castração, conhecida como laqueadura ou ligação das trompas de falópio, cirurgia esta que a consideramos de pouco interesse prático, pois embora a gata se torne estéril, portanto sem a capacidade reprodutiva, ainda apresentará o cio e todos os seus inconvenientes. Outro tipo de esterilização das gatas, mas neste caso de forma temporária, consiste na administração de hormônios que bloqueiam o ciclo sexual. Neste caso a gata fica estéril pelo período em que o anticoncepcional utilizado atua, voltando a apresentar o cio, e inclusive a possibilidade de ser fértil, no próximo ciclo. Também não recomendamos este tipo de esterilização, a não ser em ocasiões muito especiais, isto porque apresenta uma série de inconvenientes, dentre eles principalmente o risco de se induzir a infecções uterinas graves e a necessidade de cirurgias de emergência. Os proprietários de gatos muitas vezes tentam evitar o acasalamento acidental modificando o seu manejo de rotina, quer procurando confinar os animais, quer mantendo-os separados. Entretanto, no caso da espécie felina doméstica isto é muito difícil, porque o cio das gatas tende a ser mais discreto do que nas cadelas, ou seja, o dono muitas vezes não consegue perceber que a gata está na fase fértil. Além disso, os gatos são animais de difícil confinamento nos quintais e chácaras, devido à facilidade que apresentam em escalar muros e alambrados. Portanto, quando o dono percebe, a gata já está fertilizada e gestante. O que acaba acontecendo na prática é que esta primeira ninhada, embora inesperada, acaba sendo bem-vinda. Mas se futuramente não se programar uma esterilização, ou de forma mais definitiva uma castração, teremos o mesmo problema nos próximos cios.
A castração dos gatos de forma geral tem uma série de benefícios e vantagens, dentre eles podemos mencionar alguns deles, tais como:
1) redução da população de gatos soltos de vida livre, evitando-se os filhotes indesejados, os quais pelo fato de não serem cuidados adequadamente, acabarão vivendo em condições precárias e abandonados;
2) tendência dos gatos de ambos os sexos serem mais saudáveis e apresentarem mais qualidade de vida, com um conseqüente aumento de longevidade;
3) diminuição de focos de várias doenças contagiosas graves, algumas fatais transmitidas entre felinos, tais como a leucemia felina e a imunodeficiência felina. Redução de outras doenças comuns para mamíferos de forma geral, tais como as verminoses, por exemplo. Ainda a redução de algumas doenças transmissíveis dos felinos para os seres humanos, as chamadas zoonoses, tais como a raiva e a toxoplasmose, por exemplo;
4) a castração reduz o risco de acidentes porque os gatos de ambos os sexos ao sair de casa impelidos pelo instinto sexual, tendem a ficar fora de casa por vários dias e acabam não voltando mais devido a acidentes, atropelamentos ou mesmo envenenamentos.
5) a cirurgia de ovariosalpingohisterectomia acaba com os problemas dos miados e manifestações sexuais nas fêmeas;
6) fêmeas castradas eliminam os problemas de desordens genitais tais como partos distocicos, infecções uterinas (piometra), cistos ovarianos, tumores mamários, os quais nas gatas cerca de 90% tendem a ser malignos;
7) no caso dos gatos machos, a cirurgia de orquiectomia reduz sensivelmente a atividade de marcação territorial com urina (para a alegria dos donos!) e uma diminuição de miados e brigas entre gatos machos na disputa das fêmeas. Embora os hormônios masculinos não sejam totalmente responsáveis pela agressividade nos gatos, observa-se na prática que os machos castrados tendem a ser bem mais calmos e afetuosos.É importante de se observar que os gatos castrados de ambos os sexos tendem a ser mais vulneráveis à obesidade e ao sedentarismo. Esta mudança de hábitos provocada pela castração pode propiciar o aparecimento de algumas doenças, tais como: problemas osteoarticulares, diabete, cálculos urinários e problemas digestivos, como por exemplo, a formação de bolas de pelos no trato digestivo, devido à redução de movimentos.A maioria destas desordens observadas, por outro lado, pode ser eficazmente prevenida através de uma correção da dieta e de um ambiente adequado de vida que estimule o instinto natural de predação dos felinos, se escondendo, espreitando e simulando pular sobre a presa.
Atualmente diversos brinquedos estão disponíveis no mercado que estimulam a movimentação dos gatos, brinquedos estes que emitem sons, bolas de vários formatos, acessórios para subir, arranhar, etc.Recomendamos para aqueles proprietários que tenham gatos e que não pretendam que eles procriem, que seja urgentemente programada uma castração. Quanto mais cedo possível se optar pela castração, mais qualidade de vida o animal apresentará futuramente. Embora dependa de anestesia geral e de um pós-operatório adequado, tanto a orquiectomia para os machos quanto a ovariosalpingohisterectomia para as fêmeas, são procedimentos cirúrgicos relativamente simples de serem realizados. Estamos à disposição para orientações. Observamos, em nossos atendimentos clínicos rotineiros, que é muito raro um felino doméstico chegar à velhice quando não castrado.
Dr. Gerson Bertoni Giuntini - Biólogo, Engenheiro Agrônomo e Veterinário
Nossa fonte foi o site Animalivre, o qual recomendamos fortemente: proposta legal, notícias interessantes, fontes com credibilidade, enfim, um site para se tornar "de cabeceira".

sábado, 27 de setembro de 2008

Aquário australiano faz massagem em tubarões

Tubarão passa por sessão de massagem em aquário em Melbourne
Um aquário em Melbourne, a segunda maior cidade da Austrália, tem o único spa para tubarões do mundo. O maior predador do oceano não é temido pela bióloga marinha Alisson Edmunds, que também é a massagista. "Parece estranho massagearmos tubarões, mas eles sofrem lesões musculares como nós, e a massagem funciona para todas da mesma forma", diz Edmunds. A massagem é realizada em forma de rodízio. Uma vez por semana, cada um dos sete tubarões do aquário tem sua chance de relaxar e tirar as dores do corpo. A parte mais difícil é levar o animal para a massagem. É preciso que pelo menos dois mergulhadores cheguem ao fundo da piscina e utilizem um saco plástico especial para carregar o animal para o tratamento.
Após a sessão de dez minutos, o tubarão nem parece o mesmo. Volta devagar e sem pestanejar para a piscina artificial. Salvando vidas A pele do tubarão tem a mesma textura de uma lixa. Por isso, os movimentos tem que ser feitos sempre da cabeça para o rabo."Uma massagem pode salvar a vida deles, como já aconteceu", afirma a bióloga. Em 2001, um grupo de pesquisadores marinhos australianos encontrou um tubarão nadando em círculos na baía de Melbourne e resolveu levar o animal para o aquário. Descobriram que Bella, como apelidaram a fêmea, tinha problemas musculares em uma das nadadeiras e poderia morrer se não fosse tratada. Em outros aquários, tubarões que não se movimentam direito podem até ser sacrificados.

que emprego legal! alguém se habilita??

FONTE

terça-feira, 23 de setembro de 2008

DNA de fezes vai delatar donos de cães "porcalhões" em Israel

Uma cidade israelense vai implantar testes de DNA com cocô de cachorro para punir os donos de animais que sujarem as ruas e recompensar os que o fizerem em local adequado.


Dentro de um programa-piloto de seis meses lançado nesta semana, a cidade de Petah Tikva está pedindo aos cidadãos que levem seus animais a um veterinário do município para coletar amostras de material da boca do pet. O governo local usará a base de dados de DNA para cruzar as informações com as dos dejetos encontrados nas ruas e identificar o proprietário do cão.

Os donos dos pets que fizerem suas necessidades nos locais permitidos --previamente demarcados-- poderão receber recompensas, como cupons para ração e brinquedos. Mas o proprietário de um animal cujo cocô ficar sob a sola de sapato de alguém vai ganhar uma multa municipal.

"Meu objetivo é envolver os moradores e dizer a eles que, juntos, podemos tornar nosso ambiente limpo", afirmou Tika Bar-On, chefe veterinário autor do projeto. Bar-On disse ainda que o banco de dados poderá ajudar também nas pesquisas sobre doenças genéticas caninas e pedigrees, além de auxiliar na identificação de animais perdidos.

Bom, deles é que não é a culpa, né?

FONTE *nota - em breve mais posts sobre esse assunto, digamos, "pegajoso"

Donos podem ajudar cães que têm medo de barulho

A casa está silenciosa e, de repente, ouve-se o estrondo de um rojão na rua. O cachorro passa correndo pela sala e se enfia, tremendo, debaixo do sofá.
Para quem tem cães, a cena acima costuma ser freqüente em dias de jogos de futebol, de chuva com trovões e de celebrações como Réveillon, por exemplo. "É um problema bem comum e pode acarretar outras situações indesejáveis, como fuga ou acidentes", diz Tânia Parra Fernandes, professora da faculdade de medicina veterinária da Universidade Metodista de São Paulo.

O maior risco, segundo ela, é que, na tentativa de se esconder, os bichinhos batam em vidraças ou armários e acabem se machucando.

Nem todos têm medo. Entre os que têm, segundo Tânia, a causa pode estar em algum acidente que sofreram quando eram pequenos.

"O trauma pode ter sido de um barulho forte que ouviram quando eram filhotes, como cheirarem uma pilha de garrafas que caiu ou estar dormindo debaixo de um carro e alguém ligar o motor. Isso marca o animal", diz. "O surto pode vir do fato de o animal ter uma audição mais amplificada que a nossa. O som fica mais agudo e incomoda", completa Neimar Roncati, coordenador de medicina veterinária da Universidade Anhembi Morumbi.

A dica é manter os cãezinhos em locais seguros e oferecer espaços onde eles possam se esconder para que se sintam protegidos. Um conselho importante é tentar condicionar o barulho a uma coisa boa. Ficar com o cachorro no colo, brincar e mostrar que aquela não é uma situação ruim é interessante para que ele a associe a algo tranqüilo. "Por verem as crianças da casa gritando com o jogo de futebol, eles ficam em alerta, acham que o grupo está em perigo. O dono deve mostrar que não está acontecendo nada", orienta Roncati.

Para abafar o ruído, o algodão no ouvido pode ser uma alternativa, mas é importante que o dono saiba colocá-lo no bicho. "Um profissional deve mostrar como porque o animal pode ter lesões", diz Roncati. Godot, o boxer da analista de comunicação Luciana Teixeiras, 28 anos, costuma ficar fora de casa. Quando escuta barulhos, arranha a porta, late desesperado e não sossega até que permitam que ele entre. "Ele fica encostado e se acalma. Como fica tremendo, sempre permitimos que entre", diz ela.
Como ajudar

- Aumente o som de alguma música de modo que se sobreponha ao ruído.- Exponha o animal ao barulho aos poucos e com segurança. Reúna os amigos, ligue o rádio. Deixe o bicho adaptado a um pouco de "bagunça".- Se o animal tem muito medo, é bom ficar com ele em dias críticos como final de Copa do Mundo e Réveillon.- Procure não deixar o animal sozinho, mas, se não tiver ninguém em casa, deixe-o em um local arejado, com água e comida. O ideal é que ele fique em um lugar onde possa se sentir seguro, de preferência dentro de casa.- Feche portas e janelas para evitar fugas e acidentes.- Retire do ambiente em que o cão fica qualquer objeto pontiagudo ou de vidro que possa machucá-lo.
- Procurar um veterinário que receite calmantes alternativos, como acupuntura e homeopatia, pode ser uma boa opção.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Petiscos podem provocar obesidade canina; veja os diferentes tipos

Experimente mostrar um bifinho ou um biscoito para o seu cão e observe a festa que ele faz. Tanta alegria pode ter um preço alto, já que os saborosos petiscos têm grande valor calórico, engordam e podem provocar problemas, como diabetes e colesterol alto.

O conselho dos veterinários é basear a dieta na ração e não oferecer as guloseimas --mesmo aquelas feitas especialmente para eles com freqüência.
"Um biscoito de tamanho médio tem cem calorias. Um cachorro pequeno precisa entre 300 e 400 calorias por dia para manter o peso adequado. Ou seja, o biscoito representa 25% do que deve ser ingerido", afirma Márcia Jericó, coordenadora do hospital veterinário da Universidade Anhembi Morumbi.

Um engano é o proprietário pensar que o cachorro vai ficar feliz com o agrado. "Presença e atenção do dono fariam melhor efeito", afirma Eduardo Fava Schmidt, veterinário do Hospital Veterinário Rebouças.

Os biscoitinhos e afins podem ser recompensa por bom comportamento, mas não devem ser dados diariamente. O ideal é que sejam oferecidos, no máximo, quatro vezes por semana, em momentos especiais. "É parte de um projeto educativo, como se fosse um prêmio", completa Márcia.

Como os petiscos são enriquecidos com gordura, açúcar e sal, não são muito nutritivos. Seu consumo gera energia, mas os animais que já têm uma alimentação adequada não precisam disso, e tudo acaba transformado em gordura. O que ocasiona dor nas costas e problemas graves como diabetes, colesterol alto e triglicérides, explicam os veterinários.

O problema é que os animais tendem a preferir os petiscos e acabam deixando de lado a comida saudável. "No lugar de chocolates e bifinhos, dê carinho. A guloseima faz mal ao animal", alerta Schmidt. Outro costume inadequado é premiar o bicho com a comida da casa. "Acrescentar qualquer tipo de alimento à ração vai desequilibrar a dieta. É um hábito desnecessário", diz o veterinário. As latas e os sachês de ração úmida, que tende a ser mais palatável, também não devem ser oferecidos com freqüência.
Tipos de guloseimas para cães

Bifinhos - são feitos de carne desfiada e salgada e podem ter sabor de peito de peru, bacon, frango e carne. São macios e têm vitaminas

Ossinhos de couro de porco - não são aromatizados e não há acréscimo de calorias. Indicados para filhotes, que brincam mordendo os ossinhos

Chiclete - feitos com couro bovino e flexíveis. Aromatizados com carne, menta, morango ou bacon, eles são macios, para que os animais mordam e puxem, como um chiclete

Chocolates - são ossinhos de couro de porco com cheiro de chocolate. Há também os de menta, morango, baunilha, entre outros sabores. Alguns são indicados para animais com mau hálito

Biscoitos - são feitos de leite, farinha de trigo, proteínas, vitaminas e cálcio. Podem ter sabor de espinafre, cenoura ou fígado, por exemplo

Pastas de carne - podem ser acrescentadas à ração para dar sabor e vêm em sachês ou latas
Quando dar guloseimas ao seu animal

- Como prêmio por algum feito ou bom comportamento- Como parte de um processo educativo* Mesmo nessas condições, não é recomendado dar guloseimas mais de quatro vezes por semana

Guloseimas em excesso podem provocar

- Excesso de peso- Acúmulo de gordura no fígado- Diabetes- Colesterol alto- Hipertensão- Excesso de gordura no sangue

São proibidas para os animais

- Obesos- Com doenças cardíacas- Com doenças nos rins- Com problemas hepáticos

FONTE

*nota: já que estamos falando em guloseimas - que sabemos, eles devoram (o nosso Rufus que o diga), ajudem o Scooby-Doo a comer alguns bicoitinhos-scooby! É bem engraçado

Ajude o Scooby Doo a comer uns biscoitos-scooby!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Parasitas!!!!!

A cadelinha Pug tem ferimentos provocados pela retirada dos carrapatos. Fotos: Maria Carolina Santos/DP/D.A Press
Mais cedo ou mais tarde, todo cachorro vai ter. Muitas vezes eles chegam de mansinho, sem o dono notar. Dias depois, multiplicam-se e espalham-se nas orelhas, no dorso, no focinho. E não ficam por aí. Invadem jardins, quintais e, às vezes, até almofadas e lençóis. O inimigo silencioso é o carrapato, parasita capaz de transmitir doenças graves que chegam a levar os animais à morte. Num cachorro infestado, o tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível. Passada a fase crítica, os donos devem pensar na prevenção.
Carrapaticidas industriais, a base de inseticidas, não podem ser usados continuamente porque podem causar alergias e ainda se acumulam no corpo do animal. Depois de anos de uso, o bichinho pode ter problemas reprodutivos e hepáticos. Para a prevenção contra os carrapatos e pulgas, uma boa alternativa é o uso de produtos fitoterápicos, eficazes e seguros para o uso a longo prazo. Uma das plantas mais usadas é a citronela, um capim da família do capim-limão e do capim-cidreira. De cheiro forte, semelhante ao do eucalipto, a essência da plantaé um repelente eficaz contra carrapatos, pulgas, moscas e mosquitos, como os que transmitem a leishmaniose, zoonose (doença que pode ser transmitida ao homem) grave que causa lesões que levam à morte. “A citronela não é indicada para quando o cachorro está infestado de carrapatos.
Mas ,depois do uso de inseticidas, o uso de produtos à base de citronela evita a reinfestação dos animais”, explica a veterinária Ana Catarina Lira, da pet shop Dog Show.No mês de julho, com férias e viagens ao campo, os animais podem pegar outros tipos de carrapatos, com os de boi ou de aves. “É muito difícil evitar que os animais se infestem porque esses parasitas estão no ambiente”, comenta a veterinária. Com cerca de 80% dos carrapatos estão fora do corpo do animal - na casa, no jardim, na área comum dos prédios – e, por isso, é necessário desinfetar o ambiente ao mesmo tempo que o animal está sendo tratado. Para pôr fim ao ciclo de vida do carrapato, o ambiente deve ser pulverizado a cada 14 ou 21 dias, por pelos menos três meses.

As doenças provocadas por pulgas e carrapatos podem levar à morte Tirar os carrapatos um a um, além de não adiantar muito – uma vez que o cachorro também pode carregar milhares de ovos de carrapatos - pode causar lesões. Com cinco anos de idade, a cachorrinha da raça poodle Pug apresenta vários ferimentos causados pela retirada dos parasitas. “Quando se arranca o carrapato do animal, também é preciso fazer uma limpeza na área, para evitar que haja uma inflamação”, recomenda Ana Catarina.Os donos também contam com produtos homeopáticos para evitar os parasitas. Bastam três bolinhas por dia, diluídas na água de beber do cachorro, para evitar que os carrapatos se estabeleçam no animal. “Os remédios homeopáticos não impedem a infestação, mas faz com que o organismo do animal combata o carrapato. Em quinze dias, já dá para notar resultados”, explica a médica veterinária.
O mais indicado é usar a homeopatia juntamente com os produtos fitoterápicos. “Assim, combate-se os carrapatos que já estão no corpo do animal ao mesmo tempo que se previne a instalação de outros”, conclui Ana Catarina.O custo do tratamento conjunto de homeopatia e fitoterapia fica próximo ao do tratamento convencional. Num animal de pequeno porte, o uso de homeopatia, shampoos, sprays e desinfetantes fitoterápicos sai por aproximadamente R$ 60, para cerca de três meses de tratamento.ServiçoDog Show - Avenida Conselheiro Aguiar, 635, Boa Viagem.Telefone: 3325-1869. E-mail:
dogshowpet@gmail.com.

FONTE

*NOTA: mais informações, clique aqui

domingo, 31 de agosto de 2008

Somos mesmo tão diferentes assim?

Vejam essas duas fotografias; são de dois adoráveis mamíferos. Mais abaixo, bebês das espécies, um pouquinho mais crescidos:


Fig. 1

Fig. 2

Dando prosseguimento:




Bom, pra matar a curiosidade, é só inverter a ordem das segundas fotos (o elefante é o segundo ultrassom) - mas se eu dissesse o contrário, alguém desconfiaria?

Bom, postei isso porque me deu mesmo o que pensar...



quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Chega de bafo!

Aquele cheirinho forte da boca de seu cãozinho não deve ser ignorado. O mau hálito é sinal de que há algo errado com a boca ou com o aparelho digestivo do animal.

Uma das causas do mau hálito pode ser a placa bacteriana que se acumula sobre os dentes. A placa é composta por proteínas, células mortas e de descamação, saliva, restos de alimentos e, principalmente, bactérias que, através do processo de fermentação, produzem substâncias que são responsáveis por este terrível mau cheiro.

Por terem os dentes mais juntos, os cães de pequeno porte têm mais chances de serem afetados pelo problema.

O livro do médico veterinário canadense Bruce Fogle, The Complete Dog Care Manual, reúne algumas dicas muito úteis sobre o assunto. Preste bem atenção e não deixe mais seu amiguinho sofrer com o bafo de leão:

O tártaro e os restos de comida podem causar infecções na gengiva, ou gengivite, que muitas vezes é acompanhada por sangramentos. Neste caso, escovar os dentes do animal regularmente previne a formação do tártaro. Se o tártaro já estiver formado, o melhor é consultar um veterinário para uma raspagem.

Pode ocorrer também tumores que parecem caroços na gengiva. Então, é necessário que se avalie se o tumor é maligno ou não, devendo ser removido com cirurgia.

Em raças com boxers e bull terriers, entre outras, pode haver um crescimento proliferativo nas gengivas. Um problema hereditário que faz com que a gengivas cresçam em demasia, podendo até cobrir os dentes. Muitas vezes, só uma cirurgia pode solucionar o problema, mas antibióticos melhoram as infecções causadas pelo crescimento.

Longe de ser considerado tratamento de luxo, os cuidados bucais vêm complementar a lista de medidas preventivas para a saúde do animal, que também inclui: alimentação à base de ração de boa qualidade, vacinação completa e controle de parasitas, higiene do animal e do local onde vive, programa de exercícios, além de muito amor e carinho.

Não ache normal seu cão ter bafo. Infecções sérias, que podem comprometer toda a saúde do animal, podem ter início numa boca mal tratada. Faça a higiene diária em seu bichinho e leve seu cão periodicamente ao veterinário.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Fotos de zôo mostram o calor no corpo dos animais

O fotógrafo amador Steve Lowe tirou fotos dos animais do Zoológico de Londres com uma câmera especial que registra a distribuição de calor no corpo dos animais. Lowe usou uma câmera com a tecnologia FLIR (Forward Looking Infrared, na sigla em inglês), que registra imagens em infravermelho.

As fotos "térmicas" revelam curiosidades sobre a distribuição de calor no corpo dos animais. A zebra, por exemplo, aparece com as áreas mais quentes nas faixas escuras, onde o calor é absorvido. O bicho-preguiça apresenta o nariz como a área mais fria, e o pelicano tinha o pé como a parte mais quente.


Segundo o diretor do zoológico, David Field, as imagens podem ajudar os veterinários. "Apesar de parecerem obras reminiscentes de uma galeria de arte moderna, as fotos nos oferecem uma perspectiva única sobre como os animais regulam a temperatura do corpo", afirma. "As imagens térmicas poderão ser usadas para diagnosticar infecções, já que áreas infectadas aparecem mais quentes em alguns casos", explica.



quarta-feira, 2 de julho de 2008

Vírus ameaça gatos com ataque ao sistema imunológico


ALESSANDRO REIS da Revista da Hora

Caso seu gato apresente dor abdominal, apatia, falta de apetite, vômitos e diarréia com sangue, é hora de consultar um veterinário com urgência. O animal pode estar sofrendo de panleucopenia felina, uma doença viral que ataca o sistema imunológico dos felinos. Muito contagiosa, sua taxa de mortalidade é alta. Afeta, principalmente, bichos jovens, que ainda não desenvolveram totalmente as defesas naturais.

"Acredita-se que a panleucopenia tenha originado a parvovirose canina por meio de mutação genética, pois os sintomas e as características do vírus são parecidos. Nos gatos, causa uma redução drástica da taxa de glóbulos brancos no sangue, afetando a defesa do organismo contra agentes externos", explica o veterinário Rodrigo Gonzalez, professor da Universidade Anhembi Morumbi.

Segundo o especialista, a doença afeta a medula óssea, onde são produzidos os glóbulos brancos, e o sistema gastrointestinal. Um dos sintomas mais graves é a gastroenterite (inflamação do estômago e dos intestinos) aguda, que leva rapidamente à desidratação.

"Quando houver suspeita de panleucopenia, a alimentação do gato deve ser interrompida imediatamente para evitar os vômitos e a diarréia. É dado imediatamente soro ao gato para alimentá-lo e hidratá-lo. O animal, ainda, recebe antibiótico com o objetivo de prevenir e controlar infeções bacterianas decorrentes da baixa imunidade", recomenda Gonzalez. O tratamento, afirma o veterinário, dura de cinco a sete dias.

"A taxa de mortalidade é elevada, mas gatos que vencem o quinto dia da doença têm mais chances de sobreviver", afirma o especialista. Segundo ele, a doença é bem mais branda ou até assintomática quando afeta felinos adultos.

Outro cuidado em relação à panleucopenia se deve à resistência do vírus causador da enfermidade, que é altamente transmissível. Prova disso é que gatos já curados podem infectar outros durante cerca de 30 dias após serem atingidos pela panleucopenia.

"A doença pode ser contraída por meio do contato direto com fezes, saliva e urina infectadas. Também é transmitida pelo ar. O vírus deve ser eliminado com a aplicação de hipoclorito de sódio [água sanitária] no ambiente infectado para evitar o contágio de outros felinos. Passar álcool nas superfícies contaminadas não resolve o problema", diz o veterinário Paulo Salzo, professor da Universidade Metodista.

Apesar de grave, a ocorrência de panleucopenia diminuiu bastante ao longo dos últimos dez anos, de acordo com os especialistas. A vacinação correta explica o controle da doença. "Fazer as três vacinações do gato após os primeiros 45 dias de vida é a melhor forma de o bicho criar anticorpos e prevenir o problema", salienta o veterinário Paulo Salzo. Portanto, fique de olho na saúde do bichano.

Saiba mais

Panleucopenia felina

É uma doença específica de gatos, altamente contagiosa e causada pelo parvovírus felino. Reduz drasticamente a quantidade de glóbulos brancos no sangue do animal, afetando seu sistema imunológico. Os felinos ficam suscetíveis a infecções bacterianas, e o risco de morte é bastante elevado. Afeta principalmente animais jovens, que ainda não desenvolveram anticorpos adequadamente. Pode matar em poucas horas, antes mesmo de surgirem os principais sintomas. A doença dura cerca de cinco dias, em média.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Informações úteis: Babesiose


A Babesiose é uma doença parasitária, não transmissível ao homem. Seu agente transmissor é o carrapato Rhipicephalus sanguineus, que parasita e destrói as células sanguíneas do animal causando anemia podendo, inclusive, levá-lo à morte.
O carrapato se contamina pela Babésia ao se alimentar do sangue de um animal já contaminado e, ao picar um animal sadio, dá continuidade ao ciclo de contaminação.
Uma vez contaminado, o anima apresenta como sintomas a perda de apetite, febre, desânimo, fezes acompanhadas de sangue, palidez nas mucosas conjuntiva e bucal, além de sangramentos no nariz, boca e ponta das orelhas.
Em alguns casos, filhotes com 8 a 12 semanas de vida podem estar imunes à doença graças aos anticorpos herdados da mãe. Geralmente, os animais mais suscetíveis aos efeitos da doença são aqueles que estejam debilitados (não totalmente saudáveis) ou estressados.
Na fase crônica da doença, a destruição das células sanguíneas é menor do que nos casos agudos, o que causa o aumento do baço e o surgimento de icterícia (amarelão).
Os sintomas acima descritos podem levar semanas ou meses para que se tornem evidentes. O tempo para que esses sintomas se manifestem varia de acordo com as condições de saúde do animal, a raça, a idade, o número de carrapatos encontrados no animal. Tudo somado a uma série de fatores e condições do ambiente onde vive o animal.
Quanto mais cedo for diagnosticada a doença, maior será a eficácia do tratamento e menor o risco de mortalidade. Para isso, são realizados exames clínicos, hemogramas para detectar o parasita e um histórico de infestação de carrapatos no animal.
O tratamento da Babesiose abrange dois aspectos: o combate ao carrapato causador da doença (com a utilização de produtos para limpeza, desinfecção e manutenção da limpeza do ambiente para que fique livre dos carrapatos e o uso de produtos veterinários como sprays, xampus e coleiras anti-carrapatos) e a neutralização dos efeitos e prejuízos causados pela doença (com o auxílio de medicamentos, incluindo corticóides, sempre a critério do veterinário responsável).
Todas os meios de prevenção são úteis pois, mesmo depois de curado da doença, caso o animal seja novamente atacado por um carrapato contaminado, nada impede que seja outra vez infectado pela doença.


Autor: Dra.Milagros Guadalupe Perera