Londres, 18 mar (EFE).- Uma equipe de cientistas chineses e americanos descobriu na China o fóssil de um dinossauro do grupo dos ornitópodes (herbívoros) que apresenta sinais de ter tido algo semelhante a plumas, o que modificaria a teoria sobre a origem da plumagem nesses animais pré-históricos.A descoberta, relatada na revista científica britânica "Nature", ocorreu no condado chinês de Jianchang, na província de Liaoning, e o fóssil parece corresponder ao período conhecido como Cretáceo inferior (há entre 144 e 99 milhões de anos).Até agora, os especialistas acreditavam que os pássaros atuais, que vêm a ser dinossauros com plumas, descendiam dos terópodes, dinossauros carnívoros bípedes do grupo dos saurísquios que viveram desde o Triásico superior até o Cretáceo superior (há entre 228 e 65 milhões de anos).No entanto, o fóssil descoberto por Hai-Lu You, da academia chinesa de ciências geológicas, e Lawrence Witmer, da universidade americana de Ohio, desafiaria a teoria, pois apresenta indícios de plumas, mas, por outro lado, pertence à família dos pequenos heterodontossauros, do grupo dos ornitópodes (fitófagos).O fóssil, batizado como "Tianyulong confuciusi", tem em várias partes do corpo estruturas filamentosas externas parecidas com plumas, afirmam os cientistas.Essas estruturas, que não apresentam sinais de ramificações, têm o mesmo tamanho e estão agrupadas em três zonas, mais uma quarta, na cauda, onde são mais longas, de até 6 centímetros.
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domingo, 22 de março de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Fóssil de mamute é encontrado no centro de Los Angeles
O fóssil foi encontrado quando pedreiros cavavam para colocar as bases de um estacionamento subterrâneo. Junto com ele foram achadas outras 700 espécies, incluindo o crânio de um leão pré-histórico e ossos de lobos e coiotes.Os cientistas acreditam que o esqueleto do mamute Zed esteja 80% completo, o que teria acontecido porque seu corpo ficou parcialmente submerso na areia e detritos de um rio após sua morte, protegido de predadores.
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sábado, 7 de fevereiro de 2009
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Dinossauros respiravam como pingüins, diz estudo

O 'Velociraptor' tem mais semelhanças com o pingüim do que se imaginava
Uma pesquisa da Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, descobriu que dinossauros como o Velociraptor respiravam como o pingüim.
Segundo cientistas, estudos em fósseis demonstraram que estes dinossauros tinham o sistema respiratório mais eficiente entre todos os animais, que fornecia oxigênio a seus corpos e aumentava a sua velocidade quando corriam atrás das presas.
Os carnívoros bípedes tinham bolsas de ar, ventiladas por minúsculos ossos que moviam as costelas para cima e para baixo.
"O fato de encontrarmos estas estruturas em aves modernas e em seus ancestrais já extintos sugere que estes dinossauros corredores tinham um sistema respiratório eficiente e serve de apoio à teoria de que eles eram animais muito ativos, que poderiam correr relativamente rápido quando perseguiam suas presas", disse Jonathan Codd, cientista que chefiou a pesquisa.
"(Estas estruturas) fornecem um mecanismo para facilitar uma respiração semelhante a de aves em dinossauros que não eram semelhantes às aves, e isso ocorreu bem antes da evolução para o vôo", afirmou o cientista à BBC.
As informações, publicadas na revista especializada Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences, poderão fornecer pistas de como os dinossauros evoluíram e como eles poderiam ter vivido.
Pulmão pequeno
Aves modernas têm um sistema respiratório muito especializado, constituído por um pulmão pequeno e rígido e nove bolsas de ar em volta.
Segundo cientistas, estudos em fósseis demonstraram que estes dinossauros tinham o sistema respiratório mais eficiente entre todos os animais, que fornecia oxigênio a seus corpos e aumentava a sua velocidade quando corriam atrás das presas.
Os carnívoros bípedes tinham bolsas de ar, ventiladas por minúsculos ossos que moviam as costelas para cima e para baixo.
"O fato de encontrarmos estas estruturas em aves modernas e em seus ancestrais já extintos sugere que estes dinossauros corredores tinham um sistema respiratório eficiente e serve de apoio à teoria de que eles eram animais muito ativos, que poderiam correr relativamente rápido quando perseguiam suas presas", disse Jonathan Codd, cientista que chefiou a pesquisa.
"(Estas estruturas) fornecem um mecanismo para facilitar uma respiração semelhante a de aves em dinossauros que não eram semelhantes às aves, e isso ocorreu bem antes da evolução para o vôo", afirmou o cientista à BBC.
As informações, publicadas na revista especializada Proceedings of the Royal Society B: Biological Sciences, poderão fornecer pistas de como os dinossauros evoluíram e como eles poderiam ter vivido.
Pulmão pequeno
Aves modernas têm um sistema respiratório muito especializado, constituído por um pulmão pequeno e rígido e nove bolsas de ar em volta.

O movimento do esterno e das costelas move o ar pelo sistema. Pequenas projeções ósseas que saem das costelas, em formato de garras, também têm um papel importante na respiração e na locomoção.
Os pequenos ossos funcionam como alavancas para mover as costelas e o esterno durante a respiração. Eles se adaptaram em diferentes tipos de aves para lidar com suas diferentes necessidades.
Os ossos são mais curtos em corredores como avestruzes, que não precisam de grandes músculos peitorais para o vôo. Têm tamanho intermediário em aves voadoras e são mais longos em aves mergulhadoras, como o pingüim.
Os cientistas de Manchester estudaram muitos fósseis de dinossauros e aves extintas como o Arqueopterix e compararam estes fósseis com esqueletos de aves modernas.
Eles encontraram estas pequenas projeções ósseas em formato de garras nas costelas de todos, dos ancestrais das aves, dos dinossauros e nas espécies modernas.
"Os dinossauros que estudamos a partir dos registros dos fósseis tinham longas projeções ósseas em formato de garra, saindo das costelas, parecidas com as das aves mergulhadoras", disse Jonathan Codd.
"Isto sugere que dinossauros precisavam e as aves mergulhadoras precisam destas projeções ósseas mais longas para ajudar na respiração", acrescentou.
Os pequenos ossos funcionam como alavancas para mover as costelas e o esterno durante a respiração. Eles se adaptaram em diferentes tipos de aves para lidar com suas diferentes necessidades.
Os ossos são mais curtos em corredores como avestruzes, que não precisam de grandes músculos peitorais para o vôo. Têm tamanho intermediário em aves voadoras e são mais longos em aves mergulhadoras, como o pingüim.
Os cientistas de Manchester estudaram muitos fósseis de dinossauros e aves extintas como o Arqueopterix e compararam estes fósseis com esqueletos de aves modernas.
Eles encontraram estas pequenas projeções ósseas em formato de garras nas costelas de todos, dos ancestrais das aves, dos dinossauros e nas espécies modernas.
"Os dinossauros que estudamos a partir dos registros dos fósseis tinham longas projeções ósseas em formato de garra, saindo das costelas, parecidas com as das aves mergulhadoras", disse Jonathan Codd.
"Isto sugere que dinossauros precisavam e as aves mergulhadoras precisam destas projeções ósseas mais longas para ajudar na respiração", acrescentou.
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
Nepaleses homenageiam os cães em festa da tradição hindu

O ''dia dos cães'' é celebrado no segundo dia do Tihar, ou ''festival das luzes'', evento que tem cinco dias de duração




NOVA DÉLHI - Acontece nesta segunda-feira (27) no Nepal o Kukur Tihar, o dia dos cães, festa típica celebrada no final do outono (boreal), geralmente em coincidência com os dias do Diwali, a festa das luzes, que correspondem a uma espécie de Natal e Ano Novo para os hindus. Neste dia, as pessoas enfeitam os cães com guirlandas de flores e preparam para eles pratos especiais.Na festa de Kukur Tihar, a população nepalesa venera os cães, considerados os animais mais fiéis ao homem desde os tempos mais antigos. Para a celebração, as pessoas enfeitam os cães com guirlandas de flores e preparam para eles pratos especiais.A festa se origina de uma lenda narrada no poema épico hindu "Mahabharata", segundo a qual um cão teria sido fiel acompanhante de um santo hindu durante sua viagem para a eternidade.As celebrações do Kukur Tihar são consideradas o símbolo da convivência pacífica do homem com todos os seres vivos.
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Quênia quer que museu devolva restos de leões 'comedores de gente'

O Quênia está tentando recuperar os crânios e as peles de dois leões que ficaram famosos por terem matado 140 operários que trabalhavam na construção de uma ferrovia no país, em 1898.
Os restos mortais dos lendários leões de Tsavo estão atualmente no Chicago Field Museum, nos Estados Unidos, mas o Museu Nacional do Quênia diz que os animais representam uma parte importante da história do país e, portanto, deveriam fazer parte de seu acervo e de uma exposição itinerante que está sendo organizada.
"Vamos usar protocolos internacionais para repatriá-los...Seria bom tê-los de volta", disse Connie Maina, uma porta-voz do museu no Quênia.
Os dois leões atacaram os trabalhadores da ferrovia entre Mombasa e Lago Victoria durante um período de 9 meses, em 1898, e causaram a suspensão das obras.
Eles acabaram sendo mortos por um engenheiro britânico, o coronel John Patterson, que mais tarde vendeu os crânios e peles para o museu em Chicago.
Em 1996, Hollywood levou a história dos leões de Tsavo para os cinemas. A Sombra e a Escuridão tinha um elenco que contava com Michael Douglas e Val Kilmer e ganhou um Oscar por edição de som.

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sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Zôo de Londres revela fotos históricas de bichos

O arquivo mostra que era aceitável ter zebras como animais de tração
A Sociedade Zoológica de Londres (SZL) começou a vender na internet pela primeira vez fotos históricas do seu arquivo de imagens de animais – que cobre os 180 anos da história do Zoológico londrino.
A Sociedade Zoológica de Londres (SZL) começou a vender na internet pela primeira vez fotos históricas do seu arquivo de imagens de animais – que cobre os 180 anos da história do Zoológico londrino.

Fotos de carruagens puxadas por zebras, elefantes passeando pelas ruas de Camden Town - região que hoje é coalhadas de turistas - e filhotes de urso brincando com filhotes de tigre fazem parte do rico acervo da SZL.
A direção da sociedade decidiu oferecer também o seu arquivo histórico na internet, depois que várias pessoas comentaram a nova decoração do escritório da SZL, que misturava imagens antigas e modernas do arquivo.
A direção da sociedade decidiu oferecer também o seu arquivo histórico na internet, depois que várias pessoas comentaram a nova decoração do escritório da SZL, que misturava imagens antigas e modernas do arquivo.

Além de servir como lembrança da história do próprio zoológico londrino, as fotos e slides do arquivo histórico também lembraram a representante da ZSL das mudanças de atitude diante do meio ambiente e dos animais.


A SZL também oferece cópias das imagens históricas. O dinheiro das vendas é investido nos projetos de conservação da sociedade em todo o mundo.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Brasileiros acham crocodilo "guerreiro dos mares" em Pernambuco

Pesquisadores brasileiros anunciaram nesta quarta-feira, no Rio, a descoberta de uma nova espécie de crocodilo marinho. O Guarinisuchus munizi, apelidado de o "guerreiro dos mares", tem provável origem na África, há cerca de 200 milhões de anos.
Os fósseis do animal foram encontrados em uma mina de calcário em Poty, a 30 km de Recife, por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco. O animal, que crescia até cerca de três metros, teria chegado ao continente americano há cerca de 62 milhões de anos.
Os fósseis do animal foram encontrados em uma mina de calcário em Poty, a 30 km de Recife, por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco. O animal, que crescia até cerca de três metros, teria chegado ao continente americano há cerca de 62 milhões de anos.
(Folha Online)
sábado, 19 de abril de 2008
Elefante teve ancestral aquático

O pesado elefante, um dos maiores animais existentes no planeta hoje, pode ter tido ancestrais aquáticos. Um grupo de cientistas dos Estados Unidos e da Inglaterra analisou a composição de dentes obtidos de animais dos gêneros Barytherium e Moeritherium, parentes distantes dos elefantes que viveram há 37 milhões de anos. O estudo foi publicado nesta semana na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Existem variações nos tipos de átomos que compõem os dentes de mamíferos terrestres e aquáticos, e a análise da equipe liderada por Alexander Liu, da Universidade de Oxford, mostrou que esses espécimes em particular têm um perfil que mais lembra as criaturas aquáticas do que as terrestres. Os resultados reforçam a idéia de que esses animais seriam o elo de ligação entre os peixes-bois, que se mantiveram na água, e os elefantes, que partiram para a terra.
Segundo os cientistas, ainda não está claro quando ou por que o ancestral do elefante teria saído da água para terra. Uma teoria levantada pelos pesquisadores é a de que um possível resfriamento no fim do período Eoceno teria secado os rios e lagos, forçando os animais a se adaptarem no solo seco.
Existem variações nos tipos de átomos que compõem os dentes de mamíferos terrestres e aquáticos, e a análise da equipe liderada por Alexander Liu, da Universidade de Oxford, mostrou que esses espécimes em particular têm um perfil que mais lembra as criaturas aquáticas do que as terrestres. Os resultados reforçam a idéia de que esses animais seriam o elo de ligação entre os peixes-bois, que se mantiveram na água, e os elefantes, que partiram para a terra.
Segundo os cientistas, ainda não está claro quando ou por que o ancestral do elefante teria saído da água para terra. Uma teoria levantada pelos pesquisadores é a de que um possível resfriamento no fim do período Eoceno teria secado os rios e lagos, forçando os animais a se adaptarem no solo seco.
(Fonte: Veja On-line)
domingo, 13 de abril de 2008

Um filhote de mamute preservado em uma região gelada da Sibéria no ano passado está sendo estudado por cientistas do Instituto Zoológico de São Petersburgo, na Rússia.
Os especialistas já analisaram toda a estrutura interna do animal e dizem que no futuro vai ser possível construir mapas genéticos de animais extintos.
O bebê mamute Lyuba era uma fêmea e é o animal pré-histórico mais bem-preservado já descoberto até hoje. Ela foi submetida a uma tomografia computadorizada no Japão, o que permitiu que os cientistas construíssem imagens tridimensionais dos órgãos internos do animal.
"Em todo mundo, agora todos entendem que a descoberta de Lyuba é algo único", afirma Bernard Buigues, vice-presidente do International Mammoth Committee.
Ele diz que vários estudiosos em todo o mundo querem participar do programa, mas que ficou decidido que os esforços de pesquisa vão mesmo se concentrar nos arredores de São Petersburgo.
Lyuba foi batizada com o nome da esposa do caçador que desenterrou o animal na região ártica russa. O pequeno mamute morreu afogado aos três anos de idade há 37 mil anos.
Em meados deste ano, ela deve entrar em exibição em um museu na região russa em que foi encontrada.
(Fonte:BBBBRASIL.com)
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
Exposição na França mostra os 'animais do futuro'
Essa exposição foi criada tendo como base possíveis alterações climáticas e sua influência nas espécies. Interessante
lesma de 30cm
pássaro das montanhas
"Eric", de "2001- Uma Odisséia no espaço"



Hmm.. gostaria de saber como seria o homo sapiens...


(Fonte: UOL/Bichos)
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Fósseis descobertos por acaso comprovam existência de animais pré-históricos no Uruguai
Baleias francas, mastodontes e gliptodontes povoaram a atual região do Uruguai milhares de anos atrás, segundo comprovam fósseis descobertos não por arqueólogos, mas por pedreiros. Há cerca de cinco milhões de anos, Montevidéu "estava coberta pelo mar e as baleias passavam por aqui", disse o paleontólogo uruguaio Andrés Rinderknecht na conferência "Montevidéu Pré-histórico", promovida pelo Centro Cultural da Espanha. "No Uruguai, há mais ou menos dez mil anos, havia elefantes caminhando onde hoje é o Palácio Legislativo", comentou o especialista que explicou que o mastodonte foi o animal mais recorrente no país.
"Muitos dos restos fósseis foram encontrados por acaso, geralmente por pedreiros nas construções ou por pessoas que topavam com ossos", afirmou Rinderknecht. Outros ficaram debaixo da terra como é o caso das escamas da carapaça de gliptodonte, antecessor do nosso tatu, que não puderam ser recuperadas e permanecem embaixo de uma padaria que tem o mesmo nome do gigante extinto. Rinderknecht lembrou de uma história e contou que pedreiros acharam vários "ossos enormes quando consertavam uma calçada e os trocaram por litros de vinho".Atualmente o patrimônio paleontológico do país está protegido, de forma que alguns fósseis não podem sair do Uruguai e o Estado tem prioridade em suas compras, embora o interesse de particulares não esteja proibido.
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domingo, 30 de março de 2008
Boto usa galhos e pedras para 'cortejar' fêmeas, diz estudo

O boto da Amazônia usa galhos, folhas e pedras de argila para cortejar as fêmeas e espantar rivais, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores brasileiros e britânicos publicado na revista especializada Biology Letters. Os cientistas observaram os machos adultos da espécie carregando esses objetos enquanto estavam cercados por fêmeas, e jogando-os contra a superfície da água de forma agressiva. No artigo, os biólogos do Projeto Boto afirmam que este comportamento nunca foi antes observado em nenhum mamífero que viva no mar ou em rios. O boto vive na região amazônica e acredita-se que seu número esteja em declínio.
O grupo de pesquisadores brasileiros e britânicos estudou o comportamento único dos botos durante três anos na Reserva Mamirauá de Desenvolvimento Sustentável, na Amazônia."Você vê eles vindo com pedaços de madeira e de pedras de modo muito ritualístico", disse Tony Martin, da Unidade de Pesquisas de Mamíferos Marítimos da Universidade de St. Andrews, na Escócia, um dos coordenadores do projeto."Com freqüência eles subiam lentamente acima da superfície do rio em uma postura vertical, segurando as coisas em sua boca, e então afundavam, girando em torno de seu próprio eixo." "Eles atiravam os galhos e folhas contra a superfície, e parece que a movimentação é para impressionar as fêmeas; mas ao mesmo tempo, há bastante agressividade entre os machos adultos, e temos que deduzir que (o comportamento) é parte disso."
O grupo liderado pelo biólogo estabeleceu que o hábito de carregar pedras e atirar galhos contra a água é praticamente exclusivo dos machos adultos, e que eles exibem esse comportamento com mais frequência quando há várias fêmeas presentes. Sofisticação - Segundo os cientistas, a utilização de objetos com função sócio-sexual entre os mamíferos aquáticos é uma novidade."Eu ingenuamente imaginei que este tipo de coisa era visto entre outras espécies mamíferas", disse Martin."Mas fiquei bastante surpreso quando consultei amigos e colegas, e parece que apenas os chimpanzés fazem algo parecido - e é muito menos sofisticado." Não está claro como e por que os botos desenvolveram o comportamento, mas, como os cetáceos se comunicam com sons, parece provável que o uso dos objetos possa vir a ter impacto auditivo sobre as fêmeas ou sobre os machos rivais.
Os golfinhos de rio - como os botos - estão entre as espécies de cetáceos mais ameaçadas; o baiji, uma espécie nativa do rio Yang Tsé, na China, pode ter se tornado extinta nos últimos dois anos, enquanto se acredita que a população de golfinhos cegos do rio Indo, no sul da Ásia, esteja no nível de três mil. Em comparação com essas essas espécies, o boto da Amazônia está em boa situação. A Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) sugere "que há, provavelmente, dezenas de milhares de botos ao todo". Mas o futuro não parece seguro. A Lista Vermelha conclui que o boto está ameaçado por represas (que causam fragmentação de seu habitat) e poluição dos rios, como a causada pelo mercúrio usado em mineração de ouro."Com o aumento das populações humanas na Amazônia e Orinoquia (na bacia do Rio Orinoco), o conflito entre pescadores e golfinhos deve, certamente, se intensificar", afirma a IUCN.
O Projeto Boto afirma que, cada vez mais, pescadores estão usando carne de golfinho como isca para o piracatinga, um peixe que se alimenta normalmente de animais mortos.Os cientistas do projeto encontram botos mortos com freqüência, seja por arpões, ou presos em cordas."Nós perdemos metade dos animais de nossa área de estudo em apenas cinco anos", disse Tony Martin."Eles podem ser numerosos agora, mas estão em declino rápido e não conseguimos ver o fim disto." (fonte: UOL Bichos/BBC Brasil)

extraído da oficina de desenhos River
sábado, 1 de março de 2008
A árvore familiar
É difícil acreditar que os cães domésticos existem há não mais de 40.000 anos, em comparação aos 1,8 milhão de anos dos humanos.
Ninguém sabe onde surgiram os primeiros cachorros. Novas pesquisas com DNA indicam que os cães teriam se originado na China, onde apenas três fêmeas iniciaram uma linhagem, que posteriormente se transformaria em um dos animais mais importantes da evolução humana. Evidências arquelógicas apontam para a Europa e o Oriente Médio.
Hoje há mais de 350 raças caninas, sem falar nas centenas de raças que não são reconhecidas pelas entidades de cinofilia. Existem muitas teorias sobre qual raça se desenvolveu em que época, mas com exceção das raças cujas origens foram bem-documentadas, como o Golden Retriever, ninguém sabe exatamente quando surgiu a maioria das raças.
De acordo com evidências em testes de DNA, existem oito raças ancestrais de cães, bem próximas aos lobos: Chow Chow, Shar Pei, Basenji, Husky, Malamute do Alasca, Galgo Afegão, Siluki, Shiba Inu e Akita. A maioria das outras raças são geneticvamente muito parecidos para que possamos deduzir como se desenvolveram.
Ao longo de milhares de naos, raças foram cruzadas entre si repetidamente, o que gerou sua extraodinária diversidade. O Dogue Alemão, por exemplo, pesa cerca de 50kg e tem 80cm de altura: é 50 vezes mais pesado e quatro vezes mais alto que um Chihuahua de 1kg e 20 cm.
Toda raça canina hoje tem seus fãs. Os aficcionados por cães sabem exatemente a aparência e o temperamento das diferentes raças, que vai da cor do nariz ao comprimento da cauda. Algumas raças são tão diferentes que nem parecem ser da mesma espécie!
(extraído de Animal Planet/Brasil)
Ninguém sabe onde surgiram os primeiros cachorros. Novas pesquisas com DNA indicam que os cães teriam se originado na China, onde apenas três fêmeas iniciaram uma linhagem, que posteriormente se transformaria em um dos animais mais importantes da evolução humana. Evidências arquelógicas apontam para a Europa e o Oriente Médio.
Hoje há mais de 350 raças caninas, sem falar nas centenas de raças que não são reconhecidas pelas entidades de cinofilia. Existem muitas teorias sobre qual raça se desenvolveu em que época, mas com exceção das raças cujas origens foram bem-documentadas, como o Golden Retriever, ninguém sabe exatamente quando surgiu a maioria das raças.
De acordo com evidências em testes de DNA, existem oito raças ancestrais de cães, bem próximas aos lobos: Chow Chow, Shar Pei, Basenji, Husky, Malamute do Alasca, Galgo Afegão, Siluki, Shiba Inu e Akita. A maioria das outras raças são geneticvamente muito parecidos para que possamos deduzir como se desenvolveram.
Ao longo de milhares de naos, raças foram cruzadas entre si repetidamente, o que gerou sua extraodinária diversidade. O Dogue Alemão, por exemplo, pesa cerca de 50kg e tem 80cm de altura: é 50 vezes mais pesado e quatro vezes mais alto que um Chihuahua de 1kg e 20 cm.
Toda raça canina hoje tem seus fãs. Os aficcionados por cães sabem exatemente a aparência e o temperamento das diferentes raças, que vai da cor do nariz ao comprimento da cauda. Algumas raças são tão diferentes que nem parecem ser da mesma espécie!
(extraído de Animal Planet/Brasil)
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