segunda-feira, 25 de maio de 2009
Enchentes no Norte e Nordeste, como e onde ajudar?
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Diminuição do gelo no Ártico continua, mostra estudo

Da Agência Fapesp
Um estudo feito a partir de novos dados obtidos pelo satélite Acqua, da Nasa, a agência espacial norte-americana, mostra que o processo de diminuição do gelo marinho no Ártico - que já dura uma década - continua. O manto de gelo também está cada vez mais fino.O gelo marinho no Ártico funciona como se fosse uma espécie de ar condicionado para o sistema climático global. O gelo naturalmente esfria as massas de ar e água, tem papel fundamental na circulação oceânica e reflete a radiação solar de volta ao espaço.
Pesquisadores que monitoram a calota glacial ártica a partir do espaço afirmam que no último inverno (no hemisfério Norte) o gelo no círculo polar apresentou a quinta menor extensão desde que esse tipo de registro começou a ser feito, em 1979.Os seis menores níveis ocorreram justamente nos últimos seis anos, de 2004 a 2009. A velocidade com que o gelo marinho no extremo norte do planeta está encolhendo tem surpreendido os cientistas.Até recentemente, a maior parte do gelo marinho no Ártico costumava permanecer por no mínimo um verão e, muitas vezes, durante vários. Mas tal cenário tem mudado dramaticamente, segundo Charles Flowler, da Universidade do Colorado, que coordenou o novo estudo.Hoje, o gelo sazonal fino - que derrete e recongela a cada ano - responde por cerca de 70% da cobertura no Ártico no inverno.
Até a década de 1990, o total desse tipo de gelo chegava no máximo a 50%.Segundo os cientistas, o gelo mais espesso, capaz de resistir por dois ou mais anos, agora equivale a apenas 10% da cobertura ártica no inverno. Até a década de 1990, variava entre 30% e 40%.O estudo destaca que a extensão máxima do gelo marinho na região no período 2008-2009, atingida em 28 de fevereiro, chegou a 15 milhões de quilômetros quadrados. O total corresponde a 720 mil quilômetros quadrados a menos do que a média entre 1979 e 2000."A extensão do gelo é uma medida importante da saúde do Ártico, mas ela nos dá apenas uma visão bidimensional da cobertura do gelo.
Espessura também é importante, especialmente no inverno, porque se trata do melhor indicador geral da calota. À medida que a camada de gelo no Ártico fica mais fina, ela se torna mais vulnerável ao aquecimento que ocorre no verão", explicou Walter Meier, um dos pesquisadores do grupo de Flowler.Segundo os cientistas, conforme o gelo mais espesso desaparece, ele é substituído por uma camada mais nova. Essa cobertura é também mais fina e mais suscetível ao derretimento no verão. O gelo sazonal tem em média 1,8 metro, enquanto que a capa mais espessa - capaz de sobreviver a mais de um verão - tem cerca de 2,7 metros.
sábado, 4 de abril de 2009
Greenpeace posiciona empresas de tecnologia em ranking "verde"

Anteriormente, as companhias se comprometeram eliminar o vinil plástico (PVC) e os retardadores de chama baseados em bromato (BFRs) dos seus produtos até o final de 2008.
O Greenpeace disse que a Apple foi a única, dentre todas as cinco fabricantes de computadores, que iniciou a redução de substâncias químicas tóxicas. "Se a Apple pôde encontrar uma solução, não há razão para que as outras não possam", afirmou Casey Harell, do Greenpeace, ao site CNet.
No guia, o Greenpeace também revelou que a Philips teve considerável redução no desperdício tecnológico, fazendo com que a companhia ocupasse o 4º lugar das companhias mais compromissadas com o ambiente --sua posição, no ano passado, era 15º.
As "lanterninhas" do ranking são a Nintendo --que, há anos, mantém avaliação próxima do zero-- e a Microsoft.
domingo, 15 de março de 2009
5º Fórum Mundial da Água

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Libanês exibe árvore que se parece com a palma de uma mão

FONTE
Desmatamento na Amazônia extingue 26 espécies e ameaça 644, diz ONU
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
A terra não aguenta 2: Apetite voraz

Terras cultiváveis
Cardumes

Atmosfera

FONTE
Fotos AFP, Mark A. Johnson/Corbis/Latinstock,Fred Bavendam/Minden Pictures/Latinstock, Case/divulgação e divulgação
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
A terra não agüenta
do que o planeta é capaz de repor. O colapso é
visível nas florestas, oceanos e rios. O ritmo atual
de consumo é uma ameaça para a prosperidade
futura da humanidade
Roberta de Abreu Lima e Vanessa Vieira

Montagem com foto de William Whitehurst/Corbis
VEJA TAMBÉM
Nesta reportagem
• Quadro: A extinção em massa
A exploração dos recursos naturais da Terra permite à humanidade atingir patamares de conforto cada vez maiores. Diante da abundância de riquezas proporcionada pela natureza, sempre se aproveitou como se o dote fosse inesgotável. Essa visão foi reformulada. Hoje se sabe que a maioria dos recursos naturais dos quais o homem depende para manter seu padrão de vida pode desaparecer num prazo relativamente curto – e que é urgente evitar o desperdício. Um relatório publicado na semana passada pela ONG World Wildlife Fund dá a dimensão de como a exploração dos recursos da Terra saiu do controle e das conseqüências que isso pode ter no futuro. O estudo mostra que o atual padrão de consumo de recursos naturais pela humanidade supera em 30% a capacidade do planeta de recuperá-los. Ou seja, a natureza não mais dá conta de repor tudo o que o bicho-homem tira dela.
A conta da ONG foi feita da seguinte forma. Primeiro, estimou-se a quantidade de terra, água e ar necessária para produzir os bens e serviços utilizados pelas populações e para absorver o lixo que elas geram durante um ano. A seguir, esses valores foram transformados em hectares e o resultado dividido pelo número de habitantes do planeta. Chegou-se à conclusão de que cada habitante usa 2,7 hectares do planeta por ano. Nesta conta, o brasileiro utiliza 2,4 hectares. De acordo com a análise, para usar os recursos sem provocar danos irreversíveis à natureza, seria preciso que cada habitante utilizasse, no máximo, 2,1 hectares. Se o homem continuar a explorar a natureza sem dar tempo para que ela se restabeleça, em 2030 serão necessários recursos equivalentes a dois planetas Terra para atender ao padrão de consumo. Essa perspectiva, conclui o relatório, é uma ameaça à prosperidade futura da humanidade, com impacto no preço dos alimentos e da energia.
Nos últimos 45 anos, a demanda pelos recursos naturais do planeta dobrou. Esse aumento se deve, principalmente, à elevação do padrão de vida das nações ricas e emergentes e ao crescimento demográfico dos países pobres. A população africana triplicou nas últimas quatro décadas. O crescimento econômico dos países em desenvolvimento, como a China e a Índia, vem aumentando em ritmo frenético a necessidade de matérias-primas para as indústrias. China e Estados Unidos, juntos, consomem quase metade das riquezas naturais da Terra. O impacto ambiental da China se explica pela demanda de sua imensa população e, nos Estados Unidos, pelo elevado nível de consumo. Nas contas da World Wildlife Fund, enquanto o chinês usa 2,1 hectares do planeta, o americano chega a utilizar 9,4 hectares. Se todos os habitantes do planeta tivessem o mesmo padrão de vida dos americanos, seriam necessárias quatro Terras e meia para suprir suas necessidades.
A exploração abusiva do planeta já tem conseqüências visíveis. A cada ano, uma área de floresta equivalente a duas vezes o território da Holanda desaparece. Metade dos rios do mundo está contaminada por esgoto, agrotóxicos e lixo industrial. A degradação e a pesca predatória ameaçam reduzir em 90% a oferta de peixes utilizados para a alimentação. As emissões de CO2 cresceram em ritmo geométrico nas últimas décadas, provocando o aumento da temperatura do globo.
Evitar uma catástrofe planetária é possível. O grande desafio é conciliar o desenvolvimento dos países com a preservação dos recursos naturais. Para isso, segundo os especialistas, são necessárias soluções tecnológicas e políticas. "Os governos precisam criar medidas que assegurem a adoção de hábitos sustentáveis, em vez de apenas esperar que as pessoas o façam voluntariamente", disse a VEJA o antropólogo americano Richard Walker, especialista em desenvolvimento sustentável da Universidade Indiana, nos Estados Unidos. O engenheiro agrônomo uruguaio Juan Izquierdo, do Programa das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, propõe que se concedam incentivos e subsídios a agricultores que produzam de forma sustentável. Diz ele: "Hoje, a produtividade de uma lavoura é calculada com base nos quilos de alimento produzidos por hectare. No futuro, deverá ser baseada na capacidade de economizar recursos escassos, como a água". Como mostra o relatório da World Wildlife Fund, é preciso evitar a todo custo que se usem mais recursos do que a natureza é capaz de repor.
FONTE
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Armagedom

Armaggedon – Der Einschlag ("Armagedom – O Impacto", em tradução livre) é uma mistura de documentário e ficção que mostra simulações dos possíveis efeitos da catástrofe em todo o mundo, usando animações e efeitos especiais.
O meteoro que teria sido responsável pela extinção dos dinossauros caiu no Golfo do México há 65 milhões de anos e causou destruição em todo o globo, além de baixar a temperatura do planeta.
Segundo os cientistas, o impacto do meteoro causaria a destruição de várias cidades, além de incêndios e maremotos em todo o mundo.

O filme foi produzido com base em dados científicos fornecidos por dez renomados especialistas em catástrofes naturais de todo o mundo. O geofísico americano Jay Melosh diz, no filme, que a energia liberada pelo impacto de um meteoro de 13 quilômetros de diâmetro é equivalente a uma explosão de 100 milhões de toneladas do explosivo TNT.
Cenas geradas em computador mostraram, entre outras cenas, a inundação de Nova York, e a cidade de Paris em meio a uma nova era glacial.
O filme mostrou os efeitos da catástrofe nas vidas de personagens em quatro cantos diferentes do globo: um motorista de táxi mexicano, uma família parisiense, um pigmeu em Camarões e dois cientistas no Havaí.
Os especialistas consultados pela produção do filme dizem que uma catástrofe dessas proporções poderia voltar a acontecer.

No entanto, os cientistas esperam ter tempo suficiente para encontrar uma solução para o problema.
No filme, uma sonda equipada com bombas é enviada para explodir o meteoro. A missão falha, e a catástrofe tem o seu início.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Mistérios interessantes

Fotografia de Natureza - Sebastião Salgado e sua obra Genesis


Penso que ele aparece como um Ansel Adans dos tempos modernos, suas imagens tem a classe e a maestria dos grandes mestres da fotografia, mas suas fotos são carregadas de uma forte ideologia contemporânea, como um manifesto engajado na preservação da nossa própria espécie, provavelmente a mais ameaçada de extinção.


Para conhecer o Genesis: www.guardian.co.uk/artanddesign/series/sebastiaosalgadogenesis
* Fotos: Izan Petterle
domingo, 16 de novembro de 2008
Belas Fotos
Aproveitem...






sábado, 1 de novembro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Energia renovável pode originar indústria de US$ 360 bilhões, diz Greenpeace
O investimento em massa em energias renováveis pode dar origem a uma indústria com um faturamento anual de US$ 360 bilhões (R$ 811 bilhões), segundo um estudo apresentado pela organização ecológica Greenpeace nesta segunda-feira (27), em Berlim.
A indústria de energias renováveis forneceria metade da eletricidade mundial e permitiria economizar, no futuro, US$ 18 trilhões em gastos com petróleo, além de proteger o clima, de acordo com o relatório, que esboça um plano de ação para reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono).
O investimento na proteção do clima é rentável economicamente, afirmou o Greenpeace, reforçando os apelos atuais contra os planos de luta contra o aquecimento global. "O mercado mundial de energias renováveis pode aumentar de tal forma que antes de 2050 já teria o tamanho da indústria fóssil de hoje", afirmou Oliver Schaefer, um diretor do Conselho Europeu das Energias Renováveis (EREC), co-autor do projeto.
"Atualmente, o mercado de energias renováveis tem um valor de US$ 70 bilhões e duplica seu tamanho a cada três anos", acrescentou. "Por causa da economia de escala, as energias renováveis, como a eólica, já estão em condições de competir com as energias convencionais", acrescentou Schaefer, que afirma que não existem barreiras técnicas para este desenvolvimento --mas existem empecilhos políticos.