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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Enchentes no Norte e Nordeste, como e onde ajudar?

As chuvas já castigaram 370 municípios no Norte e Nordeste. Mais de um milhão de pessoas foram afetadas nos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe, Acre, Amazonas e Pará (o Mapa das Chuvas - http://migre.me/1dmS - mostra as cidades atingidas).
Em todo o país, diversas entidades (como Correios, Cruz Vermelha, Corpo de Bombeiros e Defesa Civil), bem como empresas, estão recolhendo doações.
Na dúvida sobre a idoneidade de uma iniciativa, entre em contato com a Defesa Civil de seu estado (http://www.defesacivil.gov.br/)
Você pode colaborar com água, alimentos não perecíveis (arroz, feijão, açúcar, óleo, leite em pó, farinha de mandioca e macarrão), medicamentos, roupas, cobertores, lençóis e fraldas.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Diminuição do gelo no Ártico continua, mostra estudo

Dados da Nasa divulgados esta semana indicam que a camada de gelo sobre o Ártico continua encolhendo, assim como o manto polar. Os seis piores níveis foram registrados justamente nos últimos seis anos. O satélite começou as medições em 1976



Da Agência Fapesp

Um estudo feito a partir de novos dados obtidos pelo satélite Acqua, da Nasa, a agência espacial norte-americana, mostra que o processo de diminuição do gelo marinho no Ártico - que já dura uma década - continua. O manto de gelo também está cada vez mais fino.O gelo marinho no Ártico funciona como se fosse uma espécie de ar condicionado para o sistema climático global. O gelo naturalmente esfria as massas de ar e água, tem papel fundamental na circulação oceânica e reflete a radiação solar de volta ao espaço.

Pesquisadores que monitoram a calota glacial ártica a partir do espaço afirmam que no último inverno (no hemisfério Norte) o gelo no círculo polar apresentou a quinta menor extensão desde que esse tipo de registro começou a ser feito, em 1979.Os seis menores níveis ocorreram justamente nos últimos seis anos, de 2004 a 2009. A velocidade com que o gelo marinho no extremo norte do planeta está encolhendo tem surpreendido os cientistas.Até recentemente, a maior parte do gelo marinho no Ártico costumava permanecer por no mínimo um verão e, muitas vezes, durante vários. Mas tal cenário tem mudado dramaticamente, segundo Charles Flowler, da Universidade do Colorado, que coordenou o novo estudo.Hoje, o gelo sazonal fino - que derrete e recongela a cada ano - responde por cerca de 70% da cobertura no Ártico no inverno.

Até a década de 1990, o total desse tipo de gelo chegava no máximo a 50%.Segundo os cientistas, o gelo mais espesso, capaz de resistir por dois ou mais anos, agora equivale a apenas 10% da cobertura ártica no inverno. Até a década de 1990, variava entre 30% e 40%.O estudo destaca que a extensão máxima do gelo marinho na região no período 2008-2009, atingida em 28 de fevereiro, chegou a 15 milhões de quilômetros quadrados. O total corresponde a 720 mil quilômetros quadrados a menos do que a média entre 1979 e 2000."A extensão do gelo é uma medida importante da saúde do Ártico, mas ela nos dá apenas uma visão bidimensional da cobertura do gelo.

Espessura também é importante, especialmente no inverno, porque se trata do melhor indicador geral da calota. À medida que a camada de gelo no Ártico fica mais fina, ela se torna mais vulnerável ao aquecimento que ocorre no verão", explicou Walter Meier, um dos pesquisadores do grupo de Flowler.Segundo os cientistas, conforme o gelo mais espesso desaparece, ele é substituído por uma camada mais nova. Essa cobertura é também mais fina e mais suscetível ao derretimento no verão. O gelo sazonal tem em média 1,8 metro, enquanto que a capa mais espessa - capaz de sobreviver a mais de um verão - tem cerca de 2,7 metros.

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sábado, 4 de abril de 2009

Greenpeace posiciona empresas de tecnologia em ranking "verde"


O Greenpeace rebaixou a Dell, a HP e a Lenovo em sua medição anual de empresas de tecnologia comprometidas com a preservação ambiental, depois das três fabricantes de computadores voltarem atrás nas suas promessas de eliminar, por fases, as substâncias químicas tóxicas durante a produção de 2009. O chamado "Guia para Eletrônicos Verdes" foi divulgado na quinta-feira (2).
Anteriormente, as companhias se comprometeram eliminar o vinil plástico (PVC) e os retardadores de chama baseados em bromato (BFRs) dos seus produtos até o final de 2008.

Entretanto, segundo o site da revista PC World, as três afirmaram que foi impossível chegar à meta. A Lenovo estendeu seu prazo para 2010, enquanto HP e Dell ainda não o revelaram.
O Greenpeace disse que a Apple foi a única, dentre todas as cinco fabricantes de computadores, que iniciou a redução de substâncias químicas tóxicas. "Se a Apple pôde encontrar uma solução, não há razão para que as outras não possam", afirmou Casey Harell, do Greenpeace, ao site CNet.
No guia, o Greenpeace também revelou que a Philips teve considerável redução no desperdício tecnológico, fazendo com que a companhia ocupasse o 4º lugar das companhias mais compromissadas com o ambiente --sua posição, no ano passado, era 15º.

As "lanterninhas" do ranking são a Nintendo --que, há anos, mantém avaliação próxima do zero-- e a Microsoft.

domingo, 15 de março de 2009

5º Fórum Mundial da Água


Reservatório de Entrepenas, Sacedon, perto de Guadalajara, a um nível muito baixo de água devido à seca, em foto de 2 de agosto de 2006. Cerca de 20 mil pessoas são esperadas para assistir ao 5º Fórum Mundial da Água na cidade turca de Istambul, com início na segunda-feira, 16. Até 22 de março, o fórum recebe cerca de 20 mil agentes da água para encontrar soluções para alcançar o uso sustentável da água. O fórum é realizado a cada três anos

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Libanês exibe árvore que se parece com a palma de uma mão


O agricultor libanês Fendi al-Halabi levanta sua mão ao lado de uma árvore que se parece com a palma de uma mão, nesta quarta-feira (11), em Beirute. Halabi levou sua oliveira da aldeia de Hasbaya, no sul do Líbano, para exibi-la na capital do país. (Foto: Ramzi Haidar/AFP)
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Desmatamento na Amazônia extingue 26 espécies e ameaça 644, diz ONU

O desmatamento da Amazônia provocou a extinção de 26 espécies de animais e plantas até 2006, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma).No mesmo período, outras 644 espécies entraram na lista de animais e plantas ameaçados de extinção. Das 26 espécies extintas, dez estão na parte brasileira da floresta amazônica.
Entre as espécies ameaçadas estão o macaco-aranha (Ateles belzebuth), o urso-de-óculos (Tremarctos ornatus) e a lontra. O relatório GEO Amazonia, que está sendo divulgado em um encontro do Pnuma em Nairóbi, no Quênia, destaca que o desmatamento da Amazônia continua acontecendo em ritmo acelerado. Até 2005, a Floresta Amazônica sofreu desmatamento equivalente a 94% do território total da Venezuela. O relatório do Pnuma afirma que até 2005 a Amazônia acumulou uma perda de 17% da sua vegetação total nos nove países que possuem trechos da floresta tropical. A área total desmatada foi de 857.666 quilômetros quadrados.
Cenários pessimistas
O relatório afirma que três fatores vão influenciar na forma como a Amazônia vai se desenvolver no futuro: as políticas públicas, o funcionamento do mercado e o desenvolvimento de novas tecnologias.Baseado nesses três fatores, o relatório traça quatro cenários diferentes para o futuro da Amazônia no longo prazo, e nenhuma das hipóteses apresenta uma situação ideal."Isso significa que os protagonistas amazônicos não conseguiram imaginar um futuro no qual as políticas públicas, o mercado, a ciência e a tecnologia se desenvolvam, simultaneamente, de uma maneira suficientemente positiva de forma a promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia", diz o documento.Os quatro cenários traçados pelo Pnuma são: Amazônia emergente: um cenário em que o governo e as forças do mercado geram benefícios à região, mas a ciência e a tecnologia não avançam o suficiente para melhorar o aproveitamento de recursos naturais. À beira do precipício: o governo agiria para combater o desmatamento, mas a demanda do mercado por recursos e a falta de tecnologia apropriada seriam mais fortes do que o esforço público. Luz e sombra: ação pública e investimentos em tecnologias colaborariam contra o desmatamento, mas as forças do mercado exigiriam cada vez mais recursos naturais. Inferno ex-verde: um cenário em que a floresta ficaria submetida às demandas do mercado, sem ação governamental ou avanço tecnológico favorável ao desenvolvimento sustentável.
Savanização
Segundo o relatório, fatores internos e externos em cada um dos países estão provocando o desmatamento. Entre os fatores internos está o crescimento da urbanização da região e a exploração de recursos naturais. O Pnuma destaca que em quatro dos países da região, mais de 50% da população amazônica é urbana. Externamente, o aquecimento global continua afetando o ciclo de chuvas e afetando o equilíbrio do ecossistema. O relatório cita previsões feitas em outros estudos de que 60% da Amazônia pode se tornar em savana ainda neste século, devido ao aumento da temperatura média global - uma afirmação questionada por um novo estudo publicado na Grã-Bretanha na semana passada.
O relatório também afirma que a articulação de grupos e instituições que atuam na Amazônia ainda está apenas no começo. "Na maioria dos países da região, a Amazônia ainda não faz parte do 'espaço ativo' nacional, no entanto eles estão lentamente começando a articular a Amazônia no sistema político-administrativo, na sociedade e na economia nacional", diz o relatório do programa da ONU."O Brasil é o país que mais mostrou progresso nesta área. Por outro lado, o processo contínuo de descentralização, com diferentes níveis de progresso, visa a melhorar a governança ambiental por governos regionais e locais."

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Visões da Terra


No, Chile, o vulcão Chaitén põe fogo no céu

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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

A terra não aguenta 2: Apetite voraz

A humanidade usa os recursos naturais como se eles fossem inesgotáveis. É aí que mora o perigo

Água doce

Apenas 1% de toda a água do planeta é apropriada para beber ou ser usada na agricultura. O restante corresponde à água salgada dos mares e ao gelo dos pólos e montanhas. Hoje, a humanidade utiliza metade das fontes de água doce do planeta. Em quarenta anos, utilizará 80%. A situação fica mais grave quando se considera que 50% dos rios do mundo estão poluídos

Terras cultiváveis

O planeta é formado por 15 bilhões de hectares de terras, mas só 12% delas servem para o cultivo. As demais correspondem a cidades, pastos, desertos, zonas montanhosas e geleiras. Nas últimas três décadas, o total de terras atingidas por secas severas dobrou por causa do aquecimento global. Na China, todos os anos uma área equivalente à metade de Sergipe se transforma em deserto

Cardumes

Das 200 espécies de peixe com maior interesse comercial, 120 são exploradas além do nível sustentável. Nesse ritmo, o volume de pescado disponível terá diminuído em mais de 90% por volta de 2050

Oceanos

Estima-se que 40% da área dos oceanos esteja gravemente degradada pela ação do homem. Nas últimas cinco décadas, o número de zonas mortas nos oceanos cresceu de três para 150. Das 1 400 espécies de coral conhecidas, treze estavam ameaçadas de extinção há dez anos. Hoje, são 231

Atmosfera

Desde 1961, a quantidade de dióxido de carbono (CO2) despejada pela humanidade na atmosfera com a queima de combustíveis fósseis cresceu dez vezes. Essa descarga poluente provoca o aquecimento do planeta, o que causa secas, inundações, acidificação dos oceanos e extinção de espécies
FONTE
Fotos AFP, Mark A. Johnson/Corbis/Latinstock,Fred Bavendam/Minden Pictures/Latinstock, Case/divulgação e divulgação

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A terra não agüenta

A humanidade já consome mais recursos naturais
do que o planeta é capaz de repor. O colapso é
visível nas florestas, oceanos e rios. O ritmo atual
de consumo é uma ameaça para a prosperidade
futura da humanidade
Roberta de Abreu Lima e Vanessa Vieira


Montagem com foto de William Whitehurst/Corbis


VEJA TAMBÉM
Nesta reportagem
• Quadro: A extinção em massa

A exploração dos recursos naturais da Terra permite à humanidade atingir patamares de conforto cada vez maiores. Diante da abundância de riquezas proporcionada pela natureza, sempre se aproveitou como se o dote fosse inesgotável. Essa visão foi reformulada. Hoje se sabe que a maioria dos recursos naturais dos quais o homem depende para manter seu padrão de vida pode desaparecer num prazo relativamente curto – e que é urgente evitar o desperdício. Um relatório publicado na semana passada pela ONG World Wildlife Fund dá a dimensão de como a exploração dos recursos da Terra saiu do controle e das conseqüências que isso pode ter no futuro. O estudo mostra que o atual padrão de consumo de recursos naturais pela humanidade supera em 30% a capacidade do planeta de recuperá-los. Ou seja, a natureza não mais dá conta de repor tudo o que o bicho-homem tira dela.

A conta da ONG foi feita da seguinte forma. Primeiro, estimou-se a quantidade de terra, água e ar necessária para produzir os bens e serviços utilizados pelas populações e para absorver o lixo que elas geram durante um ano. A seguir, esses valores foram transformados em hectares e o resultado dividido pelo número de habitantes do planeta. Chegou-se à conclusão de que cada habitante usa 2,7 hectares do planeta por ano. Nesta conta, o brasileiro utiliza 2,4 hectares. De acordo com a análise, para usar os recursos sem provocar danos irreversíveis à natureza, seria preciso que cada habitante utilizasse, no máximo, 2,1 hectares. Se o homem continuar a explorar a natureza sem dar tempo para que ela se restabeleça, em 2030 serão necessários recursos equivalentes a dois planetas Terra para atender ao padrão de consumo. Essa perspectiva, conclui o relatório, é uma ameaça à prosperidade futura da humanidade, com impacto no preço dos alimentos e da energia.

Nos últimos 45 anos, a demanda pelos recursos naturais do planeta dobrou. Esse aumento se deve, principalmente, à elevação do padrão de vida das nações ricas e emergentes e ao crescimento demográfico dos países pobres. A população africana triplicou nas últimas quatro décadas. O crescimento econômico dos países em desenvolvimento, como a China e a Índia, vem aumentando em ritmo frenético a necessidade de matérias-primas para as indústrias. China e Estados Unidos, juntos, consomem quase metade das riquezas naturais da Terra. O impacto ambiental da China se explica pela demanda de sua imensa população e, nos Estados Unidos, pelo elevado nível de consumo. Nas contas da World Wildlife Fund, enquanto o chinês usa 2,1 hectares do planeta, o americano chega a utilizar 9,4 hectares. Se todos os habitantes do planeta tivessem o mesmo padrão de vida dos americanos, seriam necessárias quatro Terras e meia para suprir suas necessidades.

A exploração abusiva do planeta já tem conseqüências visíveis. A cada ano, uma área de floresta equivalente a duas vezes o território da Holanda desaparece. Metade dos rios do mundo está contaminada por esgoto, agrotóxicos e lixo industrial. A degradação e a pesca predatória ameaçam reduzir em 90% a oferta de peixes utilizados para a alimentação. As emissões de CO2 cresceram em ritmo geométrico nas últimas décadas, provocando o aumento da temperatura do globo.

Evitar uma catástrofe planetária é possível. O grande desafio é conciliar o desenvolvimento dos países com a preservação dos recursos naturais. Para isso, segundo os especialistas, são necessárias soluções tecnológicas e políticas. "Os governos precisam criar medidas que assegurem a adoção de hábitos sustentáveis, em vez de apenas esperar que as pessoas o façam voluntariamente", disse a VEJA o antropólogo americano Richard Walker, especialista em desenvolvimento sustentável da Universidade Indiana, nos Estados Unidos. O engenheiro agrônomo uruguaio Juan Izquierdo, do Programa das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, propõe que se concedam incentivos e subsídios a agricultores que produzam de forma sustentável. Diz ele: "Hoje, a produtividade de uma lavoura é calculada com base nos quilos de alimento produzidos por hectare. No futuro, deverá ser baseada na capacidade de economizar recursos escassos, como a água". Como mostra o relatório da World Wildlife Fund, é preciso evitar a todo custo que se usem mais recursos do que a natureza é capaz de repor.
FONTE

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Armagedom


A rede de televisão alemã ZDF exibiu na noite de terça-feira um documentário que simulou o que aconteceria se um meteoro, como o que teria causado a extinção dos dinossauros, colidisse com a Terra nos dias de hoje.
Armaggedon – Der Einschlag ("Armagedom – O Impacto", em tradução livre) é uma mistura de documentário e ficção que mostra simulações dos possíveis efeitos da catástrofe em todo o mundo, usando animações e efeitos especiais.
O meteoro que teria sido responsável pela extinção dos dinossauros caiu no Golfo do México há 65 milhões de anos e causou destruição em todo o globo, além de baixar a temperatura do planeta.

Segundo os cientistas, o impacto do meteoro causaria a destruição de várias cidades, além de incêndios e maremotos em todo o mundo.
Além disso, o meteoro poderia provocar uma nova Era do Gelo, já que imensas nuvens de fumaça escureceriam o planeta.

O filme foi produzido com base em dados científicos fornecidos por dez renomados especialistas em catástrofes naturais de todo o mundo. O geofísico americano Jay Melosh diz, no filme, que a energia liberada pelo impacto de um meteoro de 13 quilômetros de diâmetro é equivalente a uma explosão de 100 milhões de toneladas do explosivo TNT.

Cenas geradas em computador mostraram, entre outras cenas, a inundação de Nova York, e a cidade de Paris em meio a uma nova era glacial.
O filme mostrou os efeitos da catástrofe nas vidas de personagens em quatro cantos diferentes do globo: um motorista de táxi mexicano, uma família parisiense, um pigmeu em Camarões e dois cientistas no Havaí.
Os especialistas consultados pela produção do filme dizem que uma catástrofe dessas proporções poderia voltar a acontecer.

No entanto, os cientistas esperam ter tempo suficiente para encontrar uma solução para o problema.
No filme, uma sonda equipada com bombas é enviada para explodir o meteoro. A missão falha, e a catástrofe tem o seu início.


segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Mistérios interessantes


Olhando no site da BBC Brasil, encontrei uma reportagem interessante, sobre uma jóia de Tutancâmon, um dos mais famosos faraós egípcios e um dos personagens mais estudados da Antiguidade

Uma pedra usada como adorno da peça tem origem não identificada, e a reportagem especula sobre as possíveis causas - uma explosão que transformasse areia em vidro: "algo muito maior em termos de energia do que testes atômicos. 'Dez mil vezes mais poderoso' ".

Uau!

Para ler, clique aqui

Fotografia de Natureza - Sebastião Salgado e sua obra Genesis

Pessoal, essa é uma reportagem do Blog da National Geografic Brasil. Simplesmente espetacular, uma aula sobre meio ambiente e desmatamento. Essa postagem é só uma forma de tentar disseminar o trabalho fantástico dos profissionais da National Geografic Brasil, uma entidade da qual somos todos aqui, do blog, admiradores confessos.


Por Izan Petterle - 03/12/2008


Há quatro anos Sebastião Salgado embarcou em seu último grande trabalho. Ele vai ficar oito anos na estrada para documentar os lugares remotos do planeta que ainda não foram alterados pelo homem e que representam a esperança de um mundo melhor.


Segundo Salgado, “esse é um projeto que pretende nos reconectar ao que o mundo era antes da humanidade tê-lo alterado ao ponto de não ser mais reconhecido”. É surpreendente que Sebastião tenha voltado suas lentes para a natureza, é só pensarmos em seus projetos anteriores relacionados a temas sociais da nossa época.


Penso que ele aparece como um Ansel Adans dos tempos modernos, suas imagens tem a classe e a maestria dos grandes mestres da fotografia, mas suas fotos são carregadas de uma forte ideologia contemporânea, como um manifesto engajado na preservação da nossa própria espécie, provavelmente a mais ameaçada de extinção.



Na verdade vivemos em uma sociedade insustentável, a ganância pelo lucro a qualquer custo e o consumismo desenfreado de nossa sociedade compromete os esforços superficiais que são feitos em favor de um mundo mais sustentável.


A produção de “bio-combustíveis ecológicos” para os carros das classes mais ricas e o aumento das exportações de comodities agrícolas que geram grande parte de nosso superávit na balança comercial é conseguido basicamente por grandes áreas de desmatamento das regiões do centro-oeste e da Amazônia.


Essa é uma atividade altamente poluidora do solo e da água, somos um dos maiores consumidores de agrotóxicos e adubos químicos do universo.


Vivemos em um mundo complexo e contraditório, urge encontrarmos novos caminhos para salvarmos nossa nave-mãe dessa tragédia anunciada.


Inspirado na obra Genesis de Sebastião Salgado e graças a tecnologia digital, longe de querer parecer pretensioso, apresento algumas fotografias em preto e branco de natureza.


Sem querer ser um fotógrafo dessa “natureza”, rendo minhas homenagens a todos que se dedicam a fotografia e a preservação do meio ambiente.
Para conhecer o Genesis:
www.guardian.co.uk/artanddesign/series/sebastiaosalgadogenesis


* Fotos: Izan Petterle


P.s.: nota do blog: Ansel Adams, fotógrafo estadunidense, nasceu em São Francisco no ano de 1902, filho de Charles Hitchcook Adams, um homem de negócios e Olive Bray. Aos doze anos mostra um grande talento musical, aprendendo sozinho a tocar piano. Em 1916 realiza fotografias no Parque Nacional de Yosemite, numa viagem com a família, usando uma Kodak Nº 1 Box Brownie que ganhou de presente dos pais. Adams voltaria todo ano para lá até o final de sua vida, suas fotografias mais conhecidas são as desse parque, principalmente as do grande monólito.

domingo, 16 de novembro de 2008

Belas Fotos

Estava olhando uma das páginas afiliadas do Los Angeles Times, sobre vida selvagem, e encontrei algumas fotos realmente espetaculares. Daí resolvi compartilhar com as duas dúzias de bicheiros que insistem em entrar aqui.
Aproveitem...

Tubarão-azul próximo a baleia


"Reunião de família": 11 orcas reunidas


O "timing" dessa foto diz tudo; não basta ter uma máquina fotográfica; tem que saber a hora certa...




fiquei encantado com esta última

sábado, 1 de novembro de 2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Energia renovável pode originar indústria de US$ 360 bilhões, diz Greenpeace

da France Presse, em Berlim
O investimento em massa em energias renováveis pode dar origem a uma indústria com um faturamento anual de US$ 360 bilhões (R$ 811 bilhões), segundo um estudo apresentado pela organização ecológica Greenpeace nesta segunda-feira (27), em Berlim.

A indústria de energias renováveis forneceria metade da eletricidade mundial e permitiria economizar, no futuro, US$ 18 trilhões em gastos com petróleo, além de proteger o clima, de acordo com o relatório, que esboça um plano de ação para reduzir as emissões de CO2 (dióxido de carbono).

O investimento na proteção do clima é rentável economicamente, afirmou o Greenpeace, reforçando os apelos atuais contra os planos de luta contra o aquecimento global. "O mercado mundial de energias renováveis pode aumentar de tal forma que antes de 2050 já teria o tamanho da indústria fóssil de hoje", afirmou Oliver Schaefer, um diretor do Conselho Europeu das Energias Renováveis (EREC), co-autor do projeto.
"Atualmente, o mercado de energias renováveis tem um valor de US$ 70 bilhões e duplica seu tamanho a cada três anos", acrescentou. "Por causa da economia de escala, as energias renováveis, como a eólica, já estão em condições de competir com as energias convencionais", acrescentou Schaefer, que afirma que não existem barreiras técnicas para este desenvolvimento --mas existem empecilhos políticos.