
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Mais de 75% da população de peixes está ameaçada, alerta WWF

terça-feira, 16 de dezembro de 2008
A terra não aguenta 2: Apetite voraz

Terras cultiváveis
Cardumes

Atmosfera

FONTE
Fotos AFP, Mark A. Johnson/Corbis/Latinstock,Fred Bavendam/Minden Pictures/Latinstock, Case/divulgação e divulgação
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
A terra não agüenta
do que o planeta é capaz de repor. O colapso é
visível nas florestas, oceanos e rios. O ritmo atual
de consumo é uma ameaça para a prosperidade
futura da humanidade
Roberta de Abreu Lima e Vanessa Vieira

Montagem com foto de William Whitehurst/Corbis
VEJA TAMBÉM
Nesta reportagem
• Quadro: A extinção em massa
A exploração dos recursos naturais da Terra permite à humanidade atingir patamares de conforto cada vez maiores. Diante da abundância de riquezas proporcionada pela natureza, sempre se aproveitou como se o dote fosse inesgotável. Essa visão foi reformulada. Hoje se sabe que a maioria dos recursos naturais dos quais o homem depende para manter seu padrão de vida pode desaparecer num prazo relativamente curto – e que é urgente evitar o desperdício. Um relatório publicado na semana passada pela ONG World Wildlife Fund dá a dimensão de como a exploração dos recursos da Terra saiu do controle e das conseqüências que isso pode ter no futuro. O estudo mostra que o atual padrão de consumo de recursos naturais pela humanidade supera em 30% a capacidade do planeta de recuperá-los. Ou seja, a natureza não mais dá conta de repor tudo o que o bicho-homem tira dela.
A conta da ONG foi feita da seguinte forma. Primeiro, estimou-se a quantidade de terra, água e ar necessária para produzir os bens e serviços utilizados pelas populações e para absorver o lixo que elas geram durante um ano. A seguir, esses valores foram transformados em hectares e o resultado dividido pelo número de habitantes do planeta. Chegou-se à conclusão de que cada habitante usa 2,7 hectares do planeta por ano. Nesta conta, o brasileiro utiliza 2,4 hectares. De acordo com a análise, para usar os recursos sem provocar danos irreversíveis à natureza, seria preciso que cada habitante utilizasse, no máximo, 2,1 hectares. Se o homem continuar a explorar a natureza sem dar tempo para que ela se restabeleça, em 2030 serão necessários recursos equivalentes a dois planetas Terra para atender ao padrão de consumo. Essa perspectiva, conclui o relatório, é uma ameaça à prosperidade futura da humanidade, com impacto no preço dos alimentos e da energia.
Nos últimos 45 anos, a demanda pelos recursos naturais do planeta dobrou. Esse aumento se deve, principalmente, à elevação do padrão de vida das nações ricas e emergentes e ao crescimento demográfico dos países pobres. A população africana triplicou nas últimas quatro décadas. O crescimento econômico dos países em desenvolvimento, como a China e a Índia, vem aumentando em ritmo frenético a necessidade de matérias-primas para as indústrias. China e Estados Unidos, juntos, consomem quase metade das riquezas naturais da Terra. O impacto ambiental da China se explica pela demanda de sua imensa população e, nos Estados Unidos, pelo elevado nível de consumo. Nas contas da World Wildlife Fund, enquanto o chinês usa 2,1 hectares do planeta, o americano chega a utilizar 9,4 hectares. Se todos os habitantes do planeta tivessem o mesmo padrão de vida dos americanos, seriam necessárias quatro Terras e meia para suprir suas necessidades.
A exploração abusiva do planeta já tem conseqüências visíveis. A cada ano, uma área de floresta equivalente a duas vezes o território da Holanda desaparece. Metade dos rios do mundo está contaminada por esgoto, agrotóxicos e lixo industrial. A degradação e a pesca predatória ameaçam reduzir em 90% a oferta de peixes utilizados para a alimentação. As emissões de CO2 cresceram em ritmo geométrico nas últimas décadas, provocando o aumento da temperatura do globo.
Evitar uma catástrofe planetária é possível. O grande desafio é conciliar o desenvolvimento dos países com a preservação dos recursos naturais. Para isso, segundo os especialistas, são necessárias soluções tecnológicas e políticas. "Os governos precisam criar medidas que assegurem a adoção de hábitos sustentáveis, em vez de apenas esperar que as pessoas o façam voluntariamente", disse a VEJA o antropólogo americano Richard Walker, especialista em desenvolvimento sustentável da Universidade Indiana, nos Estados Unidos. O engenheiro agrônomo uruguaio Juan Izquierdo, do Programa das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, propõe que se concedam incentivos e subsídios a agricultores que produzam de forma sustentável. Diz ele: "Hoje, a produtividade de uma lavoura é calculada com base nos quilos de alimento produzidos por hectare. No futuro, deverá ser baseada na capacidade de economizar recursos escassos, como a água". Como mostra o relatório da World Wildlife Fund, é preciso evitar a todo custo que se usem mais recursos do que a natureza é capaz de repor.
FONTE
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Armagedom

Armaggedon – Der Einschlag ("Armagedom – O Impacto", em tradução livre) é uma mistura de documentário e ficção que mostra simulações dos possíveis efeitos da catástrofe em todo o mundo, usando animações e efeitos especiais.
O meteoro que teria sido responsável pela extinção dos dinossauros caiu no Golfo do México há 65 milhões de anos e causou destruição em todo o globo, além de baixar a temperatura do planeta.
Segundo os cientistas, o impacto do meteoro causaria a destruição de várias cidades, além de incêndios e maremotos em todo o mundo.

O filme foi produzido com base em dados científicos fornecidos por dez renomados especialistas em catástrofes naturais de todo o mundo. O geofísico americano Jay Melosh diz, no filme, que a energia liberada pelo impacto de um meteoro de 13 quilômetros de diâmetro é equivalente a uma explosão de 100 milhões de toneladas do explosivo TNT.
Cenas geradas em computador mostraram, entre outras cenas, a inundação de Nova York, e a cidade de Paris em meio a uma nova era glacial.
O filme mostrou os efeitos da catástrofe nas vidas de personagens em quatro cantos diferentes do globo: um motorista de táxi mexicano, uma família parisiense, um pigmeu em Camarões e dois cientistas no Havaí.
Os especialistas consultados pela produção do filme dizem que uma catástrofe dessas proporções poderia voltar a acontecer.

No entanto, os cientistas esperam ter tempo suficiente para encontrar uma solução para o problema.
No filme, uma sonda equipada com bombas é enviada para explodir o meteoro. A missão falha, e a catástrofe tem o seu início.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Mistérios interessantes

terça-feira, 14 de outubro de 2008
ONU declara que 2009 será o Ano do Gorila

sábado, 11 de outubro de 2008
Um em cada cinco mamíferos 'corre risco de extinção'
Segundo a "lista vermelha" publicada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), pelo menos 1.141 das 5.487 espécies de mamíferos terrestres estão ameaçadas de extinção.
Pelo menos 188 se enquadram na categoria máxima de "perigo crítico", afirmou a UICN, que considerou a situação como uma "crise de extinção".
O estudo, apresentado no Congresso Mundial da Natureza, que vai até o dia 14 de outubro em Barcelona, na Espanha, afirma que desde o ano 1500 pelo menos 76 espécies desapareceram.
Segundo a entidade, isto se deve à perda e degradação dos hábitats de 40% dos mamíferos do planeta, em especial na América Central e do Sul, na África ocidental, oriental e central, em Madagascar e no sul e sudeste da Ásia.
Não só mamíferos
A última edição da lista vermelha da UICN inclui 44.838 espécies, das quais 16.928 – quase 38% do total – correm perigo. Mais de 3,2 mil estão na categoria de ameaça máxima, disse a UICN.
Os anfíbios também enfrentam o que a entidade qualifica como "crise", com 366 espécies adicionadas à lista este ano.
Atualmente, 1.983 espécies (ou 32,4% do total) estão ameaçadas ou extintas, disse a entidade. Na Costa Rica, por exemplo, um sapo da espécie Incilius holdridgei não é observado desde 1986.
Novo índice
A UICN anunciou em Barcelona o lançamento do que chamou "o índice Dow Jones da biodiversidade" - um indicador para monitorar a ameaça às espécies.
Calculado em cooperação com a Sociedade Zoológica de Londres, o índice acompanha um conjunto de 1,5 mil espécies representativas da biodiversidade do planeta, para acompanhar as tendências gerais em relação a seu status.
Cientistas já realizaram avaliações de todas as aves, mamíferos e anfíbios conhecidos, mas a amostragem geral só abarcava 4% da biodiversidade terrestre.
"Estamos emergindo das trevas no que diz respeito aos conhecimentos de conservação. Até agora nos baseávamos em um subconjunto muito limitado de espécies", disse em um comunicado o diretor dos programas de conservação da Sociedade Zoológica londrina, Jonathan Baillie.
O sapo Incilius holdridgei, da Costa Rica, não é observado desde 1986
"No futuro, ampliaremos o âmbito de nossos conhecimentos das espécies, incluindo uma gama de grupos mais extensa, o que permitirá assistir as decisões políticas de maneira muito mais objetiva e representativa."
Perda de biodiversidade
O trabalho quer se somar a esforços para o objetivo de conter até 2010 a gradual perda da biodiversidade da Terra.
Um estudo realizado pelo cientista Jan Schipper, da organização Conservação Internacional (CI), afirma que a porcentagem de mamíferos ameaçada pode ser na verdade maior – 36%, nos cálculos de um artigo científico dele a ser publicado na revista Science.
"Isto indica que a prioridade para o futuro consiste em implementar ações de conservação apoiadas em bases científicas", declarou Schipper.
A UICN afirmou que faltam dados para avaliar com precisão o status de 836 espécies de mamíferos e que, por isso, outras podem estar sob risco de desaparecer.
Por outro lado, os resultados mostram que determinadas espécies à beira da extinção podem se recuperar – 5% dos mamíferos atualmente ameaçados demonstram sinais de recuperação em estado silvestre, disse a entidade.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Diabo-da-tasmânia resistente a câncer pode salvar espécie

Mas os pesquisadores dizem que Cedric, aparentemente, tem uma resistência natural a tumores, que são contagiosos, e que dizimaram metade da população da espécie na Tasmânia, ilha australiana da qual o animal virou um símbolo.
Cedric é o primeiro diabo-da-tasmânia a mostrar qualquer imunidade à doença, que causa desfiguramento. Os animais infectados não conseguem mais comer ou enxergar e acabam morrendo de fome. O animal foi capturado no oeste da ilha no ano passado, juntamente com seu meio-irmão, Clinky. Ambos receberam uma injeção com células mortas de tumores. Clinky não produziu anticorpos, mas Cedric o fez e, aparentemente, construiu defesas contra a misteriosa doença.
Alex Kriess, da equipe de pesquisa, disse que ambos tiveram depois células cancerosas injetadas no rosto. "Eles não desenvolveram o tumor até agora", afirmou. "Nós injetamos muito poucas células, por isso pode levar um tempo até que desenvolvam alguma coisa que possa ser vista."
A aparente resistência de Cedric à doença é vista como um avanço significativo. Os tumores faciais estão acabando com os animais de sua espécie na costa leste da Tasmânia, mas Cedric é de uma população geneticamente diferente que vive do outro lado da ilha.
Cientistas do Projeto para Salvar o Diabo-da-Tasmânia esperam que os marsupiais que compartilhem de suas características genéticas também possam ser imunes ao câncer ou capazes de reagir a uma vacina. Se não houver um avanço real, os especialistas temem que a espécie possa estar extinta dentro de 20 anos.
FONTE
Filipino é acusado de matar e comer águia ameaçada

O governo das Filipinas instruiu promotores do país a entrar com um processo contra um fazendeiro que teria matado e comido uma das águias mais raras do mundo.
O homem de 22 anos, Brian Balaon, poderá ser condenado a até 12 anos de prisão se for considerado culpado da morte da águia.
Segundo Steve Jackson, editor da BBC para a região, a águia morta está entre as maiores e mais fortes do planeta, mas também é uma espécie muito ameaçada.
Ambientalistas estimam que existem menos de 250 aves adultas na natureza. Por isso, a história do que aconteceu a uma dessas águias, ainda jovem, atraiu a atenção de muitos.
Restos
Os restos da ave foram encontrados em um parque nacional filipino há duas semanas.
A águia tinha sido libertada no local em março de 2008, munida de um dispositivo de rastreamento.
Quando guardas florestais notaram, pelo dispositivo de rastreamento, que a ave não se movia há algum tempo, iniciaram as buscas e encontraram o esqueleto e o transmissor perto de uma árvore.
O fazendeiro Brian Balaon se apresentou depois, afirmando que tinha matado a águia com uma espingarda de ar comprimido e comido a carne com amigos.
Balaon afirmou que não sabia que a águia era uma espécie ameaçada. Se for considerado culpado, o fazendeiro poderá ser condenado a uma pena que varia de seis a 12 anos de prisão.
O secretário de Meio Ambiente das Filipinas pediu que a punição do fazendeiro seja severa para mostrar que as autoridades querem aplicar as leis de proteção da vida selvagem no país.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Kakapo!!

A chegada dos maori deu início ao declínio dos kakapos. Os maori caçavam esta espécie como fonte de comida fácil, uma vez que os kakapos paralisam com o perigo, mas também pelas suas penas usadas para decorar capas.

quarta-feira, 25 de junho de 2008
Leopardo-das-neves (Ásia Central)

"É necessário desviar o olhar por um minuto para perceber o animal se movendo. Se desloca um pedregulho ao andar em uma superfície inclinada, ele logo o retém com a pata, impedindo que caia e faça barulho." Um leopardo-das-neves pode estar se movimentando neste instante em silêncio e absoluta tensão, e bem próximo, quem sabe? Mas onde? E quantos ainda existem?
Adaptados às altitudes e ao frio, tais felinos sempre viveram de modo esparso, mas essa tendência se agravou no último século, quando milhares viraram casaco de pele. Embora oficialmente protegidos desde 1975 pela Convenção do Comércio Internacional de Espécies em Extinção, os leopardos continuam a ser mortos por sua pele. E a demanda por seus ossos e seu pênis, estimados como tonificantes no leste da Ásia, está crescendo. O mesmo acontece em relação aos conflitos com os rebanhos, o que gera mais perseguição por parte dos pastores. Iscas, laços, mundéu (chão falso com fosso por baixo) e venenos tornam muito mais fácil matar um leopardo-das-neves do que ver um deles vivo.
A população atual é estimada em nada além de 4 mil a 7 mil animais. O número total pode ser menos da metade do que era há um século.


Belíssima reportagem da National Geographic sobre um belíssimo animal. Para ler na íntegra, clique no link. Pra assitir um vídeo relacionado, clique aqui.
domingo, 15 de junho de 2008
Ô bicho lindo!!

Brincadeiras à parte, deixaremos, sempre que possível, links interessantes, de forma a conhecermos um pouquinho melhor as espécies mostradas.
Começamos assim com o macaco Proboscis, de Borneo (Oceania), um primata exclusivo daquela área, em risco de extinção. Para mais, clique aqui.

* NOTA DO BLOG: na minha terra, ele seria chamado de "ladrão de oxigênio" - na minha terra, aliás, quase não chove, mas que VENTA, ah, como venta..
segunda-feira, 2 de junho de 2008
Exposição Londrina mostra animais feitos de lixo

As esculturas recicladas ficarão em exposição no zoológico de Londres até 5 de setembro


domingo, 25 de maio de 2008
Doença ameaça existência do diabo-da-tasmânia
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Brasileiros acham crocodilo "guerreiro dos mares" em Pernambuco

Os fósseis do animal foram encontrados em uma mina de calcário em Poty, a 30 km de Recife, por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco. O animal, que crescia até cerca de três metros, teria chegado ao continente americano há cerca de 62 milhões de anos.
Biólogos querem clonar espécie de rinoceronte ameaçada de extinção
Especialistas da Royal Zoological Society e da Universidade de Edimburgo querem preservar os genes de um rinoceronte em cativeiro utilizando uma técnica que mistura suas células da pele com embriões de um animal de uma subespécie muito próxima, o rinoceronte branco do sul, dos quais restam mais de 11 mil exemplares, principalmente na África do Sul.
Os cientistas confiam que algumas dessas células irão produzir o esperma e os óvulos do rinoceronte branco do norte, informou nesta sexta-feira o jornal "The Independent".
Se a experiência der resultado, os biólogos confiam em utilizar a mesma técnica para salvar outras espécies cujas populações foram reduzidas por causa da caça e da perda gradual de seus habitats.
Pioneiro
Segundo Ian Wilmut, o diretor da equipe que clonou a ovelha Dolly e que faz parte do projeto de pesquisa, a nova técnica é mais promissora e prática que o método que ele utilizou em seu trabalho pioneiro, há mais de dez anos.
O professor Robert Millar, diretor da Unidade de Ciências Reprodutivas do Conselho de Pesquisas Médicas da Universidade de Edimburgo, que dirige o estudo, disse que "há muitos animais africanos em perigo de extinção".
"Queremos proteger seus genomas, mas é preciso proteger também seus habitats", explica.
A equipe vai colaborar estreitamente com o zoológico de Edimburgo para desenvolver técnicas que possam ser usadas na conservação de espécies ameaçadas, como o cão selvagem africano, o lobo da Etiópia e o hipopótamo-pigmeu.
domingo, 13 de abril de 2008

quarta-feira, 9 de abril de 2008
Governo cumpre apenas 30% das atividades previstas no Plano de combate ao desmatamento na Amazônia
O Greenpeace divulgou hoje, durante conferência de imprensa em São Paulo, análise do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal, lançado pelo governo Lula em março de 2004, envolvendo 13 ministérios sob coordenação da Casa Civil. O relatório aponta algumas explicações sobre as possíveis causas da retomada do desmatamento, detectada no segundo semestre de 2007 – que, de acordo com o governo, pode ter chegado a 7 mil quilômetros quadrados. Uma delas é o fato de que quase 70% das atividades previstas no Plano não aconteceram como previsto.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Essa galera do Greenpeace é PH...
21 de Março de 2008
Um barco insuflável da Greenpeace tenta impedir que o Nisshin Maru, o navio-fábrica da frota baleeira japonesa, se reabasteça no Oceano Antárctico.
Tóquio, Japão — Autoridades japonesas têm obrigação de barrar carga obtida no Santuário da Antártica que viola Convenção de Espécies Ameaçadas.
Quando o cargueiro panamenho Oriental Bluebird tentar descarregar toneladas de carne de baleia empacotadas, prontas para o comércio, as autoridades alfandegárias do porto japonês só têm uma opção: barrar a sua entrada no país. Conforme mostra a documentação entregue pelo Greenpeace à embaixada do Panamá no Japão e ao Ministério da Economia, Comércio e Indústria japonês, essa carga viola a Convenção sobre Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES).O tratado CITES regula o comércio internacional de animais e plantas selvagens raras, e a categoria mais alta de proteção é o Apêndice 1 para "espécies em perigo de extinção, afetadas pelo comércio." A carga do Oriental Bluebird inclui carne de baleia minke (Balaenoptera bonaerensis), uma das espécies listadas no Apêndice 1. O Japão faz reservas à essa lista, o que permite o país ignorar algumas restrições no comércio de baleias minke. Mas o Panamá ratificou o tratado, com a inclusão de todas as espécies, e portanto não pode importar ou exportar comercialmente baleias minke. Como o cargueiro Oriental Bluebird tem bandeira panamenha, está configurada a ilegalidade. As autoridades panamenhas confirmaram na quinta-feira ao Greenpeace que elas não concederam permissão alguma ao Oriental Bluebird.
Nota do blogueiro: Independente de concordar ou não com os métodos, esses caras defendem aquilo que acreditam; eu, pessoalmente, admiro pra cacete o que eles fazem. Mas que são uns malucos, são mesmo!
Um barco insuflável da Greenpeace tenta impedir que o Nisshin Maru, o navio-fábrica da frota baleeira japonesa, se reabasteça no Oceano Antárctico.
Que bom que existam malucos do bem, nesse mundo doido, pra variar.
(Fonte: Greenpeace Brasil)
domingo, 30 de março de 2008
Boto usa galhos e pedras para 'cortejar' fêmeas, diz estudo


extraído da oficina de desenhos River